Esse é o nome do engenheiro de provas de Kimi Raikkonen, que quinzenalmente tem que lidar com a delicadeza do finlandês...
terça-feira, 6 de novembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Figura(ABU): Sebastian Vettel
Todas as vitórias de Sebastian Vettel tem uma espécia de assinatura do alemão. Largando na pole, Vettel assumia a primeira posição na primeira curva e disparava na frente, administrando o resto da prova ao seu bel-prazer. Com o melhor carro nas mãos desde 2010, achava isso mais do que a obrigação de Seb, que vem escrevendo seu nome na história da F1 pela precocidade em tudo o que faz, mas sem nenhuma corrida para chamar atenção. Ontem, Vettel não venceu, mas finalmente nos mostrou uma corrida emocionante e que lhe colocou como um dos grandes da F1. Claro que Vettel teria preferido não ter passado tanto sufoco, começando pela desclassificação no sábado por causa de um simples erro de cálculo da Red Bull e da Renault, que deixou o carro de Vettel com menos combustível do que o permitido. Seria uma situação inédita, com o dominador alemão, vencedor das últimas quatro corridas, largando no final do pelotão. E Vettel não decepcionou, partindo para uma corrida antológica. Graças a acidentes e toques, Vettel se viu em 14º em apenas três voltas. Só que isso lhe causou uma asa dianteira quebrada e o alemão teve que ir aos boxes trocar a peça. Sem contar com o quase toque em Daniel Ricciardo, enquanto aqueciam os pneus. Novamente no final do pelotão, Vettel teria que remar tudo de novo. E o fez rapidamente como havia feito antes, com ultrapassagens agressivas como a de Grosjean e delicadas como as ultrapassagens duplas que fez nas equipes pequenas. Porém, era obrigação de Vettel passar pelas equipes nanicas e a Toro Rosso. Com times médios pela frente, Vettel mostraria do que era feito. E mostrou com mais ultrapassagens e no meio da corrida, estava num inacreditável segundo lugar. Então veio a sorte que sempre acompanha os campeões. Vettel trocou seus pneus pela segunda vez e então o personagem da coluna abaixo provocou a entrada do segundo safety-car e o alemão da Red Bull estava em quarto, colado nos líderes, mas com pneus novos e macios. Mas Abu Dhabi não permitia fáceis ultrapassagens e Jenson Button se segurava com a classe de sempre. Vendo Alonso diminuir sua vantagem, Vettel passou Button de forma magnifica nas voltas finais, levantando os mecânicos da Red Bull e todo o público presente em Yas Marina. O terceiro lugar largando dos boxes mostra que Vettel não é um piloto de uma nota só. Cada vez mais completo, Sebastian Vettel mostrou hoje que pertence aos grandes da F1 e ao lado de Fernando Alonso merece o tricampeonato. Pena que apenas um deles conseguirá isso esse ano.
Figurão(ABU): Mark Webber
Quando as cinco luzes vermelhas se apagam e é dada a largada, dezenas de personagens podem ter atuações históricas ou pífias. Por isso que dificilmente há repetições nessas colunas pós-GP, porém, não houve como não repetir os personagens. E nas duas colunas! Mark Webber até que vinha bem ao conseguir superar seu rápido companheiro de equipe na Classificação após longo e tenebroso inverno onde o australiano era superado inapelavelmente por Vettel. Porém, tudo começou a ir pelos ares na largada. Desde o ano passado Webber vem tendo problemas sérios em suas largadas, perdendo posições e como diz a Lei de Murphy, sempre em situações onde Webber poderia se sobressair. A perda de duas posições ainda antes da primeira curva deixou o piloto da Red Bull na alça de mira de Fernando Alonso. Com Vettel disputando o título deste ano com o espanhol, tudo o que a Red Bull mais sonhou era que Webber segurasse Alonso o máximo possível, mas o piloto da Ferrari deixou Webber para trás com certa facilidade, principalmente com o carro que tem em mãos. Porém, Webber tinha a chance de fazer seu nome e tentar superar Alonso durante a corrida, mas o australiano não foi minimamente capaz de superar Alonso e viu o espanhol ir embora. Quando este passou Maldonado, Webber cometeu a primeira de suas diabruras ao se envolver num toque com Maldonado. Tudo bem que o venezuelano mostrou ao longo de 2012 que não é muito confiável, particularmente em manobras de ultrapassagem, mas Maldonado não teve a menor culpa, pois Webber tentou uma ultrapassagem para lá de otimista em cima do venezuelano e Mark acabou sendo único prejudicado. Tentando a recuperação após sua rodada, foi para cima de Massa. No mesmo local e com a mesma tentativa, Webber acabou se tocando com o brasileiro, fazendo Felipe rodar após uma volta à pista atabalhoada, assustando Massa a ponto de faze-lo rodar. Com tantos problemas, Webber se viu na briga pelo quinto lugar, com Di Resta, Pérez e Grosjean se engalfinhando e Webber acabando por ser atingido pelo francês da Lotus, acabando sua corrida. Este foi o triste fim de corrida para Mark Webber, que tem o mesmo carro do personagem acima e mesmo assim não foi capaz de corridas como a de Vettel e mostra bem por que é segundo piloto da Red Bull e com o destino para 2014 praticamente traçado...
domingo, 4 de novembro de 2012
Habemus corrida
Não há como negar que as últimas corridas da temporada 2012 da F1 tinham deixado a desejar. Foram corridas aborrecidas, em que Vettel dominou e até mesmo as brigas no pelotão intermediário foram escassas. E a perspectiva não era nada melhor, vendo o histórico de corridas monótonas de Abu Dhabi. Porém, assim como aconteceu com Valencia, outro palco de corridas modorrentas, a temporada 2012 nos promoveu novamente uma corrida histórica, cheia de alternativas e grandes exibições de pilotagem ao longo de quase duas horas de altíssimo nível. Após três anos e uma temporada impecável, Kimi Raikkonen venceu levando a Lotus ao seu primeiro triunfo desde que a Genni assumiu a antiga Renault no final de 2009. Claro que o nome é Lotus, mas não tem nada a ver com a histórica marca de Colin Chapman, mas deverá entrar para a história. O detalhe que essa mesma estrutura, que chegou à F1 em 1981, foi ao pódio se chamando Toleman, Benetton, Renault e Lotus. Na briga pelo campeonato, Vettel fez provavelmente a corrida de sua vida, enquanto Alonso mostrou mais uma vez ser um monstro.
A corrida em Yas Marina já tinha jeito de ser diferente pela confusão armada pela Red Bull quando errou nos cálculos de combustível do carro de Vettel e o alemão largou do pit-lane. Era o que Alonso queria, mas as circunstâncias deste Grande Prêmio acabariam por fazer Vettel fazer uma espetacular corrida de recuperação, diminuindo os danos do campeonato. Já Webber largou novamente mal e permitiu a Kimi Raikkonen assumir o segundo lugar atrás do dominante Lewis Hamilton. Tirando um erro na segunda volta, a corrida estava a feição do inglês da McLaren, que tinha tudo para vencer em sua longa despedida pela McLaren, mas hoje mostrou o motivo de Hamilton, uma das estrelas atuais da F1, não estar mais brigando pelo título, com um problema que o fez abandonar a prova ainda na metade. Com isso, Raikkonen assumiu a ponta da prova e o finlandês se lembrou dos seus velhos e bons tempos, dominando a corrida a seu bel-prazer, chegando a abrir 7s sobre o segundo colocado, mas um safety-car onde seu atrapalhado companheiro de equipe esteve envolvido pôs a vitória de Kimi em risco. Porém, Raikkonen marcou duas voltas mais rápidas na relargada e abriu a vantagem necessária e que se mostraria importantíssima no final. Enquanto Grosjean, mais uma vez envolvido em incidentes quando bons pontos estavam em suas mãos, olhava com cara de tacho dos boxes a vitória de Raikkonen, o 'Homem de Gelo' fazia sua comemoração habitual, sem grandes arroubos de felicidade, ao contrário de toda a equipe Lotus, que quando se chamava Renault e tinha Fernando Alonso na equipe, era uma das mais engraçadas quando as câmeras mostravam os boxes. Após um começo de campeonato excelente, duvidava bastante de um triunfo da Lotus, ainda mais com a subida espetacular da Red Bull no final do campeonato, mas Kimi se sobressaiu quando viu a chance de vitória cair no seu colo e fez Eric Boullier sorrir de orelha a orelha, pois não é segredo que a Lotus está passando por dificuldades financeiras e até por isso Raikkonen só renovou por um ano, mesmo sendo um dos personagens de 2012.
Alonso pode olhar para o resultado desta corrida na história do copo meio vazio ou meio cheio. Se enxergar pelo prisma que estava apenas em sétimo no grid e com Vettel voando em terceiro, mas tudo mudou com o alemão caindo para último, Alonso tem muito o que comemorar a diminuição da desvantagem que tem para Vettel. Porém, se Alonso lembrar que o mesmo Vettel largou em último e estava ao seu lado no pódio, em terceiro, Fernando deve estar pensado que perdeu uma grande oportunidade nesta reta final do campeonato. Pela cara do espanhol no pódio, Alonso deve ter ficado com a última opção. Porém, com o troféu em mãos, Alonso deve ter pensado no corridão que fez hoje, onde claramente tirou tudo e mais alguma coisa não se sabe da onde de sua Ferrari, e vibrou em direção a sua equipe. Estava claro que faltava ritmo ao carro vermelho, mas Alonso se manteve sempre entre os primeiros e ainda teve tempo de partir numa perseguição implacável e emocionante a Kimi Raikkonen nas voltas finais, fazendo todos prenderem a respiração. De quase 4s, Alonso, longe de ter o melhor carro, chegou menos de 1s atrás de Kimi na bandeirada. Na minha opinião, dois títulos não refletem o que Alonso vem fazendo nos últimos anos da F1. Para se ver o nível de pilotagem de Alonso hoje, Massa esteve a quilômetros da exibição do companheiro de equipe, mas não dá para dizer que Felipe fez uma má corrida, a ponto de ter marcado pontos valiosos após ter sido tocado pelo trapalhão-mor da corrida de hoje.
Ontem eu comentava que essa queda para a última posição do grid poderia fazer muito bem a Vettel, pois uma reação espetacular poderá aumentar ainda mais a confiança do alemão da Red Bull. E foi exatamente isso o que aconteceu. Vettel estava radiante com seu terceiro lugar, acho que mais valioso do que 2/3 de suas vitórias ao longo dos últimos quatro anos. Sebastian teve todo tipo de dificuldades hoje, além do fato de ter largado do pit-lane. Um toque em Bruno Senna quebrou a asa dianteira de Sebastian. Durante a primeira entrada do safety-car, por muito pouco Vettel não bateu na traseira de Ricciardo, a ponto do alemão soltar um 'fuck' pelo rádio. Caiu para último novamente para trocar o bico do seu carro. Teve que devolver uma posição ganha em cima de Grosjean, quando fez a mesma manobra que lhe causou uma punição em Hockenheim. Mas Vettel mostrou a tenacidade dos campeões. Mesmo numa pista de ultrapassagens complicadas, passou vários carros. Inclusive o enjoado Grosjean duas vezes! Teve a sorte que também acompanha os campeões quando trocou os pneus apenas duas voltas antes do safety-car, o deixando em condição privilegiada nas voltas finais. E a corrida de Vettel foi coroada com uma ultrapassagem sobre Button nas voltas finais que lhe rendeu um lugar no pódio. Sempre achei que ainda faltava uma recuperação de chamar a atenção para fazer de Vettel um cara na história. Hoje não falta mais. Vettel hoje é completo. Com a exibição de hoje, merece o tricampeonato tanto quanto Alonso e se não vier em 2012, virá nos próximos anos. Já Mark Webber mostrou que a declaração de Christian Horner de ontem, onde praticamente dispensa o australiano após 2013, está certa. Webber poderia ter sido um fator essencial em ajudar Vettel na briga pelo título. Mas falhou e falhou feio. Primeiro ao largar muito mal (novamente) e ser ultrapassado por Alonso. Depois, não se mostrou agressivo na pressão imposta ao espanhol como nas brigas com Maldonado e Massa, que acabou resultando em dois toques. Nada que pudesse punir Mark, mas que o fez perder tempo a ponto de estar envolvido numa briga entre Pérez e Grosjean, dois pilotos reconhecidamente rápidos e agressivos. E várias vezes punidos. O resultado foi fim de prova para Webber e o fim do sonho da Red Bull em conquistar o Mundial de Construtores, fato que deverá ser efetuado na próxima corrida em Austin.
Dizer que Jenson Button não é um piloto genial, não é injusto com o inglês, mas o piloto da McLaren fez um trabalho decente na corrida de hoje em Abu Dhabi, apesar do seu 'cochilo', como falou o engenheiro de Alonso. Button fez uma prova com sua característica. Sem ser espetacular, mas bastante eficaz. Ou seja, Jenson tira unicamente o que lhe é servido. Porém, isso não foi capaz de lhe fazer segurar Vettel nas voltas finais e o tirar do pódio. Porém, a McLaren tinha o melhor carro do pelotão nas mãos de Hamilton, mas a falta de confiabilidade transformou em fracasso uma possibilidade límpida de vitória. E Lewis terá trabalho em 2013, já que a Mercedes continua se arrastando nessas corridas finais. Contudo, outra marca tradicional da F1 fez uma corrida estupenda hoje com a Williams marcando bons pontos com seus dois pilotos. Maldonado largou bem, ficou em terceiro algumas voltas, mas não foi capaz de segurar o rojão chamado Fernando Alonso. Depois, se manteve calmo frente a um destrambelhado Mark Webber e se manteve num ótimo quinto lugar, atrás apenas de campeões mundiais. Se tivesse feito outras corridas como a de hoje, Maldonado estaria numa situação bem melhor no campeonato. Bruno Senna foi outro a fazer uma boa corrida ao cair para último após um toque em Hülkenberg na primeira curva e a partir de então imprimir um ritmo fortíssimo a ponto de chegar na zona de pontuação. Pena que isso não deverá mudar a decisão da Williams em dispensa-lo em 2013 a favor de Valteri Bottas, outro finlandês que parece ser bastante promissor. E vale aqui um pequeno detalhe na transmissão de hoje. Após o toque com Bruno, Galvão passou a atacar Hulkenberg, dizendo que o alemão não é essas coisas todas. Tudo isso por que Nico esteve próximo de tomar o lugar de Massa na Ferrari e que, na minha opinião, seria uma troca válida, pois o alemão, erros aparte, fez uma temporada melhor do que Massa ao longo do ano.
Outro que necessita de boas exibições (e dinheiro) para ficar na F1 em 2013 e fez boa prova foi Kamui Kobayashi, onde numa prova diferente de suas características, foi sexto numa prova sem arroubos espetaculares de ultrapassagens. O japa foi discreto, ao contrário de Pérez, que mostrou seu lado bom e seu lado mal. Tenho certeza que a imprensa italiana deve ter ficado em polvorosa quando o mexicano deixou Massa para trás no começo da corrida. Mas a imprensa brasileira (leia-se a Globo) entrou em júbilo quando Sérgio se meteu na confusão que tirou da prova Grosjean e Webber, restando a Pérez um stop-and-go de 10s, uma punição rara, mas que só ocorre quando algo grave acontece. Pérez tem que botar na cabeça que fazer isso na Sauber não trás grandes problemas, mas na McLaren lhe trará grande pressão. Paul di Resta marcou pontos com a Force India e foi outro a perder tempo na confusão da primeira curva causada por Hülkenberg. O escocês também se envolveu no incidente com Pérez, mas ainda teve tempo de trocar pneus e voltar a zona de pontuação. A Toro Rosso fechou a zona de pontuação com Ricciardo, mas o australiano deve ter ficado assustado em quase ter jogado Vettel para fora da corrida. Helmut Mark demitiu Jaime Alguersuari por muito menos ano passado... As pequenas apareceram mais do que o normal graças a Vettel, mas também pelo momento mais assustados do ano, quando Narain Karthikeyan teve um vazamento no meio de uma curva dupla e perdeu velocidade de forma abrupta, fazendo com que Nico Rosberg o atropelasse. O alemão saiu voando e ainda bateu forte no soft-wall, mas nada sofreu, o mesmo acontecendo com Narain, que viu a Mercedes passar a centímetros de sua cabeça.
Muitos críticos (para não dizer chatos...) já se vangloriavam pelas últimas corridas ruins e diziam que a temporada 2012 não era isso tudo, que preferiam 1981, 1982 e 1986. Era assodamento, diziam alguns. Grandes temporadas essas citadas, concordo, mas 2012 estará ao lado delas na história da F1 (ao lado de 1951, 1958, 1968, 1974...) e digo, na antepenúltima etapa do ano, que esta é a melhor temporada que eu assisti. Não me lembro de ter visto um campeonato com oito vencedores diferentes, corridas cheias de alternativas e com uma disputa entre dois pilotos e equipes tão antagônicos como Sebastian Vettel (Red Bull) e Fernando Alonso (Ferrari). E pilotos do naipe de Kimi Raikkonen, Lewis Hamilton e Jenson Button como meros coadjuvantes. Este ano já está na história e quem vencer, seja Vettel ou Alonso, pelo que fizeram hoje, irá merecer amplamente.
sábado, 3 de novembro de 2012
No tapetão
Por estar viajando, não estava prestando muito atenção no noticiário para o Grande Prêmio de Abu Dhabi e chegando em casa, falaria dos enormes problemas de Alonso na classificação que assisti. Mas eis que falarei da sorte do espanhol. Após erro semelhante cometido pela McLaren em Barcelona, Sebastian Vettel largará em último depois de ter ficado com o segundo melhor tempo, enquanto Alonso era apenas sétimo. Comentaria que, mesmo sem vencer amanhã, Vettel poderia assegurar que o título seria decidido nos Estados Unidos, frente a impotência da Ferrari de Alonso. Agora, a história é outra.
A punição a Vettel muda totalmente a história da corrida de amanhã e do próprio campeonato. Saindo agora em sexto, Alonso poderá diminuir seu prejuízo amanhã e tirar alguns pontos para o alemão da Red Bull. Quem sabe até virar! A vida de Vettel será complicada amanhã, pois Abu Dhabi é um dos circuitos menos propensos a grandes recuperações, mas se Sebastian conseguir chegar à frente de Alonso amanhã, com certeza o alemãozinho irá com mais moral ainda para as corridas finais, mas Fernando não é do tipo de perder oportunidades. E ele irá tentar agarrar essa inesperada chance com as duas mãos!
Vide o desempenho de hoje, Hamilton é franco favorito a vitória amanhã, mas a corrida será dividida em o que ocorre lá na frente e a prova de recuperação de Vettel. Finalmente Abu Dhabi poderá ter uma corrida divertida neste domingo.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
25 anos do Tri
Para não deixa passar a data, uma bela foto no belíssimo Williams-Honda que deu a Nelson Piquet seu último título mundial.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Figura(IND): Sebastian Vettel
Logo após o treino classificatório de sábado, Fernando Alonso não teve dúvidas em dizer quem era seu grande rival em sua luta pelo tricampeonato mundial: o projetista da Red Bull e multi-campeão Adryan Newey. Isso foi uma clara provocação a Sebastian Vettel, líder do campeonato e pole destacado para a prova desse domingo. Pois Vettel deu a melhor resposta possível ao rival espanhol com uma pilotagem que vem se tornando sua característica: liderar na primeira curva, disparar nas primeiras voltas e administrar o resto da prova com a tranquilidade de quem realmente tem o melhor carro do pelotão. Porém, isso nem sempre garante vitórias e títulos. Os números estratosféricos de Sebastian Vettel em sua curta e impressionante história da F1 mostram que ter apenas um ótimo carro em mãos não é a única razão dos seus dois títulos, 27 vitórias e 34 poles. E as exibições do seu companheiro de equipe, com o mesmo carro, é outra indicação de como Vettel vem fazendo história na F1 pela porta da frente.
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