Novamente o jovem italiano está nessa parte da coluna e mesmo tendo tido sorte com o Safety-Car entrando no momento correto, Kimi Antonelli estava com o melhor ritmo do final de semana e mereceu vencer na sempre seletiva pista de Suzuka. O piloto da Mercedes conseguiu uma bela pole no sábado, mas como está sendo comum nesse novo regulamento, Antonelli se atrapalhou na largada e caiu para sexto. O italiano foi escalando o pelotão e estava mais rápido que seu companheiro de equipe George Russell quando o SC deu às caras e Kimi assumiu a ponta da prova. De cara pro vento, Antonelli não deu chances à ninguém e liderou a corrida até a bandeirada, assumindo a ponta do campeonato, sendo o mais novo a fazê-lo. Mais importante do que isso, Kimi Antonelli superou nitidamente George Russell nesse final de semana e lembrando que o campeonato pode ser decidido dentro do seio da Mercedes. E nesse momento, Kimi Antonelli está em viés de alta.
terça-feira, 31 de março de 2026
Figurão(JAP): Novos regulamentos
É normal esperarmos um pouco para dar um veredicto sobre um regulamento que estreia, porém, não precisou três corridas para vermos que o novo regulamento técnico da F1, com um motor com potência 50/50 de combustão interna e elétrico não está funcionando a contento. Pior do que isso. É um regulamento perigoso, algo mais alarmante que as corridas 'fake' com os pilotos ultrapassando os outros 'sem querer', além de uma pilotagem completamente contraintuitiva. O forte acidente de Oliver Bearman claramente causado pelo novo regulamento foi um sério alerta de que algo precisa ser feito de forma urgente.
domingo, 29 de março de 2026
De cogumelo para abacaxi
A Audi largou com seus dois carros e viu seus dois piloto receberem a bandeirada, mas dessa vez sem pontos para Bortoleto e Hulkenberg, mas precisando melhorar as largadas, assim como a Mercedes, o calcanhar-de-Aquiles da Audi. Lindblad chegou a andar na zona de pontuação, mas acabou fora dos pontos. Williams e Cadillac fizeram corridas anônimas, enquanto Fernando Alonso chegou ao fim da corrida, mesmo ainda sofrendo com vibrações. E sem gritar 'F2 engine' na casa da Honda...
sábado, 28 de março de 2026
Sem Tadalafila
Assim como as equipes, a Liberty está usando os treinos livres para indicar onde haverá câmeras on-board ou não no resto do final de semana. E como esperado, o que se viu no primeiro dia de treinos foi um motor 'brocha' no aproche da Chicane. Pilotos perdendo até 50 km/h, mesmo com o acelerador a pleno, pois o motor elétrico simplesmente não chegava até o final dessa parte 'cheio' o suficiente. Mais um vexame que a F1 está com sérias dificuldades de esconder e os fãs mais hardcore fazem questão de apontar e lamentar. A F1 está com um dos maiores abacaxis nas mãos em sua história. Regras que não deram certo já aconteceram e muitas vezes foram mudadas rapidamente. Alguém lembra da classificação por tempo, onde os pilotos eram eliminados depois de um determinado tempo? Foi um tiro n'água tão grande, que rapidamente a invencionice caiu na lata de lixo da história. Mas como mudar um motor que falta, a grosso modo, de Tadalafila?
Enquanto isso, os pilotos não estão tendo pena em sentar a pua no novo regulamento, claro, com mais acidez dependendo de sua posição no grid. O recém papai Alonso repetiu que qualquer um dentro da Aston Martin pode fazer as famosas curvas rápidas de Suzuka. Albon, na decadente Williams, falou que hoje em dia todas as curvas de Suzuka são de média velocidade, pois não se consegue chegar ao limite do carro por causa do motor. No sábado os vídeos on-board antes da curva 130R desapareceram como com um milagre. E amigos, não foi coincidência. Porém, vídeos do rápido primeiro setor de Suzuka, com os carros com o motor em baixa rotação ainda estão por aí nas redes. Por mais que a F1 não esteja acabando, como alguns arautos da tragédia estão bradando por aí, não se pode negar uma crise que só aumenta com a continuidade das corridas. Por mais que Stefano Domenicali, CEO da Liberty, rebata as críticas cada vez mais presentes, muito provavelmente o italiano esteja perdendo os seus parcos cabelos com as estrelas do espetáculo que ele gere destruindo o novo regulamento. Não queria estar na pele dos diretores de monopostos da FIA nesse momento...
Por ironia da situação presente, um jovem de 19 anos, onde em teoria não precisa usar Tadafila, que foi a estrela desse sábado. Andrea Kimi Antonelli continua sua boa fase e marcou a segunda pole consecutiva, mostrando que o jovem italiano poderá tornar o trabalho de George Russell nesse primeiro momento de domínio da Mercedes em 2026. O inglês reclamou bastante durante a classificação, mas ainda conseguiu completar a primeira fila da Mercedes. A McLaren finalmente deu o ar da graça em 2026 e Piastri conseguiu se colocar à frente da Ferrari na luta pelo melhor do resto, enquanto Norris sofreu com problemas na sua unidade de potência o final de semana inteiro e quase ficou de fora da classificação. Pior foi Verstappen. Para aumentar seu mau humor, que o fez expulsar um jornalista num evento da Red Bull, o neerlandês ficou de fora do Q3, superado inclusive por Hadjar, algo que Max não estava acostumado. Para colocar sal na ferida, Verstappen foi 'bumpado' por Lindblad, jovem talento da Red Bull, ainda com a Racing Bulls.
domingo, 22 de março de 2026
Apesar dos pesares
Se antes havia receio pela chuva, que tantos transtornos causou antes do final de semana, o forte calor no Planalto Central fez com que o asfalto não resistisse e como Fabio Di Giannantonio falou no pré-pódio, estava esfarelando. Situação esse que fez a organização reduzir oito voltas em comparação às trinta e uma originais, para alegria da Michelin e aumentando a sensação que os organizadores pecaram em alguns aspectos na preparação do circuito. A festa estava bonita e o Autódromo Internacional Ayrton Senna estava lotado para ver o domínio de Marco Bezzecchi. O italiano não parecia muito confortável durante o final de semana, sendo uma das vítimas da curva 4 durante os treinos, mas ainda conquistara uma segunda posição no grid, ficando atrás do compatriota Di Giannantonio.
No domingo Bezzecchi largou bem, deixou Di Giannantonio para trás e dominou a prova com bastante tranquilidade. A animada briga pela segunda posição logo na primeira volta tornou a vida de Bezzecchi ainda mais fácil, abrindo quase 2s quando Jorge Martín se assentou na segunda posição. Pedro Acosta se segurou o quanto pôde, mas foi sendo ultrapassado até terminar na sétima posição, cedendo a liderança do campeonato para Bezzecchi. A KTM vive de lampejos de Acosta, com as outras motos longe do top-10 e Maverick Viñales em último. Pior foi ainda foi a Yamaha. Após conseguir colocar três pilotos no Q2 pelas condições traiçoeiras de sexta-feira, os representantes da Yamaha caíram pelotão abaixo e apenas Rins marcou pontos. Quartararo não vê a hora de assinar com a Honda. Isso, se já não tiver assinado...
A briga pela terceira posição entre Di Giannantonio e Marc Márquez foi a diversão do final da corrida, com o italiano tomando uma ultrapassagem agressiva de Márquez, mas retomando a posição quando o espanhol errou. Se na Sprint Marc Márquez conseguiu se sobressair frente à Di Giannantonio, o piloto da VR46 deu o troco no domingo. Apesar da vitória no sábado, Márquez não subiu ao pódio ainda em corridas principais e vê a Aprilia crescendo à olhos vistos. Ogura ainda tirou uma casquinha de Acosta e Alex Márquez para ser quinto, ou seja, assim como ocorreu na Tailândia, a Aprilia dominou e colocou três motos entre os cinco primeiros. Marc Márquez ainda sofre com a última cirurgia e nem foi a melhor Ducati do dia, mas se quiser o oitavo título, precisará escalar uma montanha já grande.
Diogo Moreira fez outra corrida decente. O brasileiro da LCR Honda largou mal, caindo para 19º e foi recuperando posições na medida em que seu equipamento era superior à KTM's e Yamaha's, bisando o 13º lugar conquistado três semanas atrás em Buriram.
Entre mortos e feridos, o Grande Prêmio Brasil de 2026 da MotoGP sirva de muita lição para os organizadores. A festa foi bonita e é importante ter eventos assim no nosso país, mas a edição desse ano não foi um sucesso.
terça-feira, 17 de março de 2026
Figura(CHN): Andrea Kimi Antonelli
Não poderia ser outro! Antonelli entrou para a história da F1 no sábado ao marcar a pole position, se tornando o mais jovem a fazê-lo, mas a vida do italiano foi facilitada pelo problema no carro de Russell no Q3 e na corrida a história seria bem diferente. Kimi havia largado mal em todas as oportunidades em 2026, muito pelo foguete que a Ferrari desenvolveu e em Xangai, Antonelli só perdeu uma posição para Hamilton, logo recuperando a ponta. Russell rapidamente escalou o pelotão, mas em nenhum momento o inglês ameaçou o companheiro de equipe, muito por méritos de Andrea Kimi Antonelli. Afora um ligeiro erro no final da corrida, Antonelli se comportou muitíssimo bem durante a corrida e pôde terminar um jejum de vinte anos sem um italiano vencendo na F1. A emoção do jovem de 19 anos antes de subir ao pódio tocou a toda a comunidade da F1, que se pergunta sobre a possibilidade de que a primeira vitória de Andrea Kimi Antonelli, jovem promessa e aposta de Toto Wolff, poderá entrar na luta pelo título.
Figurão(CHN): Esteban Ocon
Para quem precisa renovar seu contrato se quiser continuar na F1, a apresentação de Esteban Ocon na China não foram nada abonadoras. O francês precisa mostrar serviço para ter ou seu contrato renovado com a Haas ou que alguma equipe o note, mas em Xangai Ocon não fez muito para que isso acontecesse, um ano depois de uma bela exibição do francês. Após ter ficado atrás de Bearman na Austrália, Ocon precisava dar uma resposta, mas o piloto da Haas continuou atrás do jovem companheiro de equipe durante os treinos e na corrida principal Esteban continuou suas estrepolias. Após fazer sua única parada no boxes, Ocon vinha na reta principal quando Franco Colapinto voltava à pista. O argentino da Alpine acabou acertado por Ocon, estragando a corrida de ambos, mas se Colapinto pelo menos marcou seu primeiro ponto com a Alpine, Ocon foi acertadamente punido pelos comissários e terminou a corrida em último, numa prova onde Bearman termino num ótimo quinto lugar. A fama de provocador de acidentes já faz de Ocon um piloto não muito quisto dentro do paddock e a comparação com Bearman na luta interna da Haas começa a se tornar embaraçosa para Ocon. Seus anos na F1 podem estar contados.
domingo, 15 de março de 2026
A emoção de Kimi
sábado, 14 de março de 2026
Histórico pelo motivo correto
O sábado em Xangai foi animado, com a primeira corrida Sprint e a certeza que a Ferrari acertou a mão nas largadas nesse início de regulamento, enquanto a Mercedes sofre e Antonelli perdeu inúmeras posições após sair da primeira fila. George Russell teve trabalho com a dupla da Ferrari para se consolidar na ponta e vencer a mini-corrida, enquanto Leclerc e Hamilton se estranharam para se garantirem no pódio. Mesmo punido em 10s por um toque com Hadjar, Antonelli ainda foi quinto, não alcançando a McLaren de Norris. Verstappen largou pessimamente, chegou a bater rodas com a dupla da Aston Martin e só conseguiu um nono lugar, ficando fora dos pontos.
Russell parecia que repetiria a pole da Sprint na corrida principal, mas um problema no início do Q3 quase pôs tudo a perder para o inglês, que só teve chance de uma volta nos segundos finais. Com os pneus não aquecidos devidamente e a bateria não carregada apropriadamente, Russell não manteve o 100% e foi nesse momento onde Andrea Kimi Antonelli conseguiu ter tranquilidade para se sobressair e mesmo pressionado pela dupla da Ferrari, fez o melhor tempo e Russell teve que se contentar com a segunda posição, com a Mercedes claramente mais rápida em ritmo de classificação, usufruindo a potência absurda de sua unidade de potência. A Ferrari vem logo a seguir e depois a McLaren. A Red Bull deveria vir a seguir, mas Pierre Gasly está usando muito bem o motor Mercedes e colocou a Alpine em sétimo, com a dupla da Red Bull logo a seguir, com Max Verstappen reclamando bastante, mas pelo menos Hadjar está andando no ritmo do colega de box.
Antonelli se tornou o primeiro italiano a marcar a pole desde 2009, mas pelo visto na Sprint, a Ferrari irá com tudo na largada.
domingo, 8 de março de 2026
Figura(AUS): Mercedes
Quando 2026 se aproximava e com ele os novos regulamentos técnicos, muitos já apontavam a Mercedes como a grande favorita a sair na frente, lembrando a última grande mudança de motor ocorrida em 2014, com a chegada da era híbrida. A pré-temporada se revelou uma verdadeira corrida de empurra, com as quatro grandes jogando o favoritismo para as outras, mas ninguém tinha dúvida de que a Mercedes viria muito forte e quando George Russell conseguiu a pole com sete décimos de vantagem para o próximo carro não-Mercedes parecia que as expectativas se realizariam. Contudo, a corrida se mostrou uma outra história e a Mercedes demorou a se livrar da dupla da Ferrari antes de conseguirem a esperada dobradinha, com Russell na frente de Antonelli. Outra diferença de doze anos atrás é que se as clientes da Mercedes apareceram muito forte, principalmente com a Williams, mas em 2026 McLaren, Williams e Alpine não vieram com tanta força, inclusive com a bicampeã mundial McLaren chegando 50s depois da Mercedes de fábrica, indicando que não apenas o motor Mercedes é muito forte, como também o novo carro já veio bem nascido para uma temporada que tende a ser bastante agradável para Toto Wollf e seus silver caps.
Figurão(AUS): Aston Martin
Já era esperado, mas ainda assim não deixa de impressionar o que aconteceu com a Aston Martin em Melbourne, sede da estreia da temporada 2026 da F1. O combo dinheiro aparentemente infinito da família Stroll, genialidade de Adrian Newey e potência da Honda parecia infalível, ainda contando com a força e experiência de Fernando Alonso, que preferiu atravessar 2025 na esperança de que 2026 seria o grande ano da Aston Martin. Porém, toda a expectativa veio abaixo com vários erros de procedimentos tanto da Aston Martin como da Honda, que parecem participar de algum reality show onde os noivos se conhecem apenas no dia do casamento. Os últimos dias revelaram notícias absolutamente chocantes da nova parceria, que parece muito com o início promissor entre McLaren e Honda dez anos atrás. A Aston Martin falou que não sabia que a Honda havia dispensado boa parte de sua equipe técnica quando assinou contrato de parceria. Quando o carro ficou pronto, um problema de vibração extrema fez que com o novo carro da Aston Martin sofresse de sérios problemas de confiabilidade, além de afetar a saúde dos próprios pilotos, que poderiam ter problemas nas mãos, tamanha a vibração vindo do motor Honda para o volante do carro. A falta de integração entre Aston Martin e Honda criou um problema potencial para se tornar um vexame histórico. Assim como dez anos atrás, Fernando Alonso se vê no meio disso tudo. Em Melbourne a situação periclitante permaneceu, com Lance Stroll passando o sábado sem ir à pista e Alonso mal andando na sexta-feira. Ambos largaram no domingo, mas usaram a corrida para ser uma espécie de um grande teste, chegando a ficar parados várias voltas. Perguntado sobre a corrida, Lance Stroll resumiu bem a situação atual da Aston Martin: Correndo? Estávamos apenas circulando...
Só George curtiu
sábado, 7 de março de 2026
Repetição de 2014?
Os testes de pré-temporada não foram nada esclarecedores em termos de desempenho, com as equipes fazendo o chamado sandbagging, o que em bom português é o 'esconder o leite'. Apesar de ter ficado muito claro que as quatro equipes grandes dos anos anteriores (McLaren, Mercedes, Ferrari e Red Bull) permaneceriam no topo, a ordem ainda não era clara, mas Melbourne mostrou que a Mercedes iniciou 2026 um degrau acima, ainda com a polêmica da taxa de compressão do seu motor. Nos momentos mais decisivos, George Russell meteu mais de meio segundo na concorrência e mesmo a Mercedes ainda tendo muito trabalho com o forte acidente de Andrea Kimi Antonelli no terceiro treino livre, a equipe capitaneada por Toto Wolff conseguiu a dobradinha em Albert Park. Com sobras.
Porém, antes dos carros irem para a pista em Melbourne, todos os olhos estavam na Aston Martin. O que parecia um sonho de juntar o poderio financeiro da família Stroll, a genialidade de Adrian Newey e a capacidade da Honda se tornou rapidamente um pesadelo de proporções históricas, com notícias constrangedoras chegando à medida em que os carros andaram muito pouco na pré-temporada. A Honda mudou todo o seu staff técnico e pareceu 'esquecer' de avisar à Aston Martin sobre esse detalhe, demonstrando uma falta de integração da parceria que se resultaria num motor que falta confiabilidade junto a um carro onde Newey pensou mais na parte aerodinâmica e menos na parte mecânica. Isso tudo resultou em um quase W.O. da Aston Martin na Austrália e notícias de que a vibração no carro era tamanha, que os pilotos poderiam ter problemas em suas mãos. Por sinal, mais uma vez Fernando Alonso se vê numa situação onde o motor Honda destrói mais um ano seu...
Como não poderia deixar de ser, problemas ocorreram aos montes em várias equipes nesses primeiros momentos de novo regulamento. Stroll passou o sábado contemplando o desastre que se tornou a equipe do seu pai, Sainz teve problemas no seu Williams e sequer se classificou. A Williams foi outra equipe que não iniciou o ano de forma auspiciosa. Como esperado, a Cadillac teve problemas de noviciado e ficaram com as últimas posições. E finalmente Max Verstappen, um dos mais vocais nas críticas ao novo regulamento, terá mais motivos de ter mal humor ao bater em sua primeira tentativa no Q1, tendo que largar das últimas posições.
O terceiro treino livre já tinha dado a letra de que a Mercedes não estava para brincadeira, com Russell matando a concorrência com um tempo muito superior, mesmo Toto Wolff lamentando o acidente de Antonelli. A equipe Mercedes mostrou sua eficiência ao consertar o carro do italiano, se aproveitando da bandeira vermelha causada por Max, mas Kimi não andou no mesmo nível de Russell. O inglês marcou uma pole enfática, com as demais equipes mais atrás e já com pulgas atrás da orelha. Hadjar mostrou que poderá ser um segundo piloto digno na Red Bull e com Max no lado de fora, o francês colocou a Red Bull em terceiro, superando McLaren e Ferrari, que chegou a assustar ao marcar bons tempos no Q1 com pneus médios, mas a Ferrari ficou longe dos rivais tedescos. Arvid Linblad executou um ótimo treino em sua estreia, indo ao Q3 sempre à frente de Liam Lawson, enquanto Gabriel Bortoleto teve problemas no final do Q2, não podendo participar do Q3, contudo, o brasileiro claramente andou na frente de Hulkenberg.
Para amanhã, se fala bastante que a largada tende a ser caótica pela parte elétrica da nova unidade de potência, mas teremos que esperar para ver como os carros de comportarão nesse novo procedimento, numa F1 nova demais, talvez tendo dando um passo maior do que a perna. Contudo, a Mercedes, como doze anos atrás, não tem muito do que reclamar até o momento.
domingo, 1 de março de 2026
E começamos de novo
A abertura do campeonato 2026 em St Petersburg foi mais uma corrida padrão de Alex Palou. O espanhol não largou na pole, cuja honra coube à Scott McLaughlin. Marcus Ericsson pulou para segundo, com Palou atrás. A primeira bandeira amarela surgiu logo na primeira volta, envolvendo o horroroso Sting Ray Robb, Santino Ferrucci e o estreante Mick Schumacher, que pode se consolar que seu pai também andou poucos metros em sua estreia na F1. Com as equipes tendo que colocar pelo menos dois sets de pneus macios na corrida, Palou fez sua corrida de espera baseada nisso. No primeiro stint, McLaughlin segurou o ritmo e os três primeiros andaram bem próximos, mas havia a situação em que o 'Undercut', ou seja, ficar mais tempo na pista, faria mais diferença. Um doce para adivinhar quem foi o último a parar. Sim, Alex Palou.
Com alguns carros tendo parado na primeira volta e esticando um pouco mais suas paradas, Palou esperou algumas voltas para disparar na ponta. Ericsson se manteve na frente de McLaughlin, mas com pneus macios, o sueco da Andretti sofreu bastante no final do segundo stint, segurando bastante McLaughlin, ajudando ainda mais a causa de Palou. O neozelandês perdeu tanto tempo que acabou 'ultrapassado' por Kyle Kirkwood durante as paradas, mas o americano da Andretti precisou economizar combustível nas voltas finais e foi ultrapassado na pista por McLaughlin e Christian Lundgaard, que superou o badalado Pato O'Ward na pista e pressionou McLaughlin até o fim, mas acabou mesmo na terceira posição, sendo o melhor McLaren.
Enquanto isso Palou passeava na pista de St Petersburg, chegando incríveis 12s na frente de McLaughlin. Após fazer os dois primeiros stints com pneus macios, Palou colocou os duros no stint final, tendo borracha de sobra para administrar qualquer ataque. Uma 'luneta' em termos de Indy, mas essa é a realidade atual da categoria. Por mais que tenha um bom nível no grid atual, a Indy vê em Alex Palou um piloto muito mais completo que os demais e capaz de sobrepujar todos os outros pilotos com uma facilidade desconcertante. E 2026 começa com um gostinho parecido com os quatro anos anteriores.
Cadê a Ducati?
Bezzecchi só não teve um final de semana perfeito pela queda precoce na Sprint Race, mas de resto o italiano da Aprilia teve uma atuação dominante. Na corrida de domingo, 'Bez' largou bem e simplesmente sumiu na frente, não dando qualquer chance aos rivais. Ainda na primeira volta Raul Fernández ultrapassou Márquez e ficou em segundo, enquanto Jorge Martin daria o bote em Marc, marcando um top-3 inteiro da Aprilia. No entanto, a corrida teria alguns protagonistas fora Bezzecchi. Pedro Acosta finalmente venceu uma corrida, mesmo que sendo uma Sprint e com direito polêmica, com Márquez tendo que ceder a ponta na última volta. Porém, isso deu ainda mais motivação à Acosta, que levou sua KTM nas costas para brigar pelas primeiras posições. Numa animada disputa contra os compatriotas Martin e Marc Márquez, Acosta se sobressaiu e nas últimas voltas se aproximou de Fernández, totalmente sem pneus no fortíssimo calor tailandês.
Foi quando o dia da Ducati piorou de vez. Marc Márquez vinha logo atrás de Acosta quando seu pneu traseiro se esvaziou, aparentemente após uma batida mais forte numa zebra, algo bastante incomum na MotoGP. Uma volta depois, seu irmão Alex caiu sozinho quando vinha apenas em sexto. Com Bagnaia continuando seu sofrimento e Morbidelli tendo que fazer uma corrida de recuperação após largar mal, Di Giannantonio era a melhor Ducati do dia, porém longe do pódio. Para acender de vez a luz vermelha na Ducati, Ai Ogura fez uma ótima corrida de recuperação e nas últimas voltas mostrou que a Aprilia cuida bem dos pneus, com o japonês ultrapassando quem via pela frente, por fim ultrapassou Di Giannantonio para subir ao quinto lugar. Ou seja, afora um Pedro Acosta inspirado, o top-5 foi dominado pela Aprilia, com seus quatro pilotos por lá. Será o sinal de uma troca de bastão no domínio na MotoGP?
Binder foi a segunda KTM, colado em Di Giannantonio, mas muito longe de Acosta, que com esses resultados, lidera o campeonato da MotoGP pela primeira vez, muito pelo talento do espanhol. A Honda fazia uma corrida interessante com Joan Mir e com a queda dos irmão Márquez, ele chegou a figurar em quinto, mas um problema técnico fez Mir abandonar. Pelo menos não caiu. Marini terminou em décimo, com Zarco logo atrás. Diogo Moreira chegou a andar no mesmo ritmo de Zarco, mas acabou perdendo rendimento por falta de experiência com os pneus, contudo, com os abandonos, Diogo terminou nos pontos em sua estreia na MotoGP. Já a Yamaha confirmou as expectativas como a pior moto do grid, com seus pilotos andando próximos, 30s atrás dos líderes.
Após anos de domínio absoluto da Ducati, a Aprilia se mostrou a grande força na Tailândia, mas ainda faltam muitas corridas para podermos cravar que Bezzecchi, piloto principal da Aprilia, será o principal candidato ao título em 2026.
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
Ainda pensando no passado
Uma boa notícia para a Indy foi que Honda e Chevrolet renovaram seus contratos, mesmo com a ameaça dos japoneses de deixarem a categoria. Se uma terceira montadora ainda é um sonho, ter mantido duas montadoras foi a grande realidade para a Indy. O esperado novo carro da Indy só ficará pronto em 2028, fazendo a Indy ficar com o mesmo carro desde 2012. Para efeitos de comparação, seria o mesmo que Lewis Hamilton fazer a temporada 2026 com a Ferrari de Alonso. Simplesmente inacreditável! O calendário da Indy tem dezessete corridas, mas podendo entrar uma 18º, com a adição de uma etapa em Washington, para agradar o presidente Donald Trump, contudo, poucas informações há sobre essa prova e a chance de dar errado são bem concretas. O grande problema do calendário da Indy é seu tamanho, pois se começa em março, junto com a maioria das categorias de ponta, termina ainda no começo de setembro, deixando o fã da Indy praticamente seis meses carente, além de afugentar novos torcedores. Outro fator de crítica é a falta de mais etapas em Oval, com apenas quatro corridas, contando as tradicionais 500 Milhas de Indianápolis. Uma novidade é o novo circuito de rua de Arlington, obra da Fox Sports num mercado importante (Dallas) e a promessa de um circuito de rua ao estilo em que a F1 atual. E longe de alguns circuitos de rua que a Indy já correu...
Vindo de um ano arrasador, Alex Palou tentará se manter na ponta e com a força e o entrosamento com a Ganassi, isso não seria impossível de se repetir para o espanhol, talvez até mesmo por falta de quórum. Scott Dixon começa a sentir o peso da idade (irá fazer 46 anos) e Kyffin Simpson paga as contas. Vindo de um ano tenebroso, a Penske manterá Josef Newgarden e Scott McLaughlin como seus pilotos, enquanto David Malukas tentará ser o que foi Newgarden dez anos atrás, quando era um jovem tentando se intrometer entre os grandes. Will Power deixou a Penske após quase vinte anos, mas se pensavam que o ainda rápido australiano iria se aposentar, Power surpreendeu ao se mudar para a Andretti, no lugar de Colton Herta, em seu projeto de chegar à F1 pela equipe Cadillac. Will terá como companheiros de equipe Kyle Kirkwood, de ótima temporada em 2025, e Marcus Ericsson, tentando se firmar ou ser convidado a se retirar da equipe. A McLaren terá Pato O'Ward como seu principal piloto, com Christian Ludgaard provando que pode fazer frente ao mexicano, que tentará se colocar como principal rival de Palou pelo título. Nolan Siegel, uma invenção de Tony Kanaan e com a mesma função de Simpson na Ganassi, tentará se manter na McLaren para além da carteira cheia de dinheiro.
Nas demais equipes, destaque para Mick Schumacher voltando aos monopostos com a equipe Rahal, contrariando seu pai, que não gostava nem de pensar em correr em ovais, Romain Grosjean retornando à Dale Coyne ao lado do campeão da Indy NXT Dennis Hauger, a Meyer & Shank tentando se mostrar rápida também em ritmo de corrida e tentar fazendo Helio Castroneves provavelmente ter uma despedida digna nas 500 Milhas, além da estreia de Caio Collet na Indy. Considerado uma promessa brasileira na F1, Collet mudou de rumo e foi para os Estados Unidos tentar a sorte na Indy, conseguindo um lugar interessante na Foyt, que tem uma forte parceria com a Penske e corre ao lado do irascível Santino Ferrucci. No Brasil, a saída da F1 da grade da TV Bandeirantes fez com que a emissora voltasse a investir na Indy, passando boa parte das corridas tendo como narrador o ótimo Geferson Kern.
A Indy irá começar no seu já tradicional palco de St Petersburg com vários pilotos com chances de vitória. A Penske ressurgirá das cinzas? A Andretti voltará aos bons tempos com o reforço de Power? A McLaren finalmente mostrará que é mais que uma quarta força, levando Pato O'Ward ao título e a vitória em Indianápolis? Porém, a grande pergunta: quem segura Alex Palou?
Pensando em 2027
Os testes realizados em Sepang e Buriram mostraram uma Ducati ainda muito forte, com a versão 2026 mais 'amigável' do que a moto do ano passado, que fez Francesco Bagnaia sofrer horrores. Márquez voltou com força depois da fratura na clavícula direita e após uma recuperação cautelosa, mostrou a velocidade de sempre, mesmo que ainda tateando depois de alguns meses de molho. Marc já é um dos grandes favoritos e verá seu irmão Alex, que impressionou na pré-temporada, andando com a mesma moto dele, o que poderá acirrar a disputa entre os irmão. Já Bagnaia, dono da terceira Ducati 2026, terá que mostrar que seu horroroso 2025 foi mais uma exceção e que poderá derrotar Marc em alguns momentos. Se a Ducati continuou mostrando força, a Aprilia surge como a principal rival da conterrânea. Com Marco Bezzecchi fazendo um bom final de temporada em 2025, a Aprilia continua sua boa fase e o italiano se manteve como a ponta de lança da Aprilia, enquanto Jorge Martín ainda se recupera dos seus machucados.
Atrás das italianas, a Honda veio forte com sua moto sendo desenvolvida à seis mãos (Aleix Espargaró, Zarco e Marini), mas ainda parece um pouco atrás de Ducati e Aprilia. A KTM terá que se virar para dar uma boa moto para Pedro Acosta e mantê-lo na equipe, mesmo com todas as dificuldades econômicas, enquanto a Yamaha foi a grande desilusão até o momento, pois mesmo com a troca dos motores quatro em linha pelo V4, usada pelas demais montadoras, a Yamaha viu seu desempenho piorar em comparação à antiga moto, podendo fazer sofrer seus bons pilotos.
E é aí que começa a primeira peça de dominó que poderá transformar 2027 numa verdadeira dança de cadeiras. Fabio Quartararo já não esconde mais sua decepção com a Yamaha, dizendo que perdeu bons anos de sua carreira esperando por uma moto que os japoneses parecem incapazes de lhe dar. A mudança para os motores V4, à pedido de Quartararo, foi mais uma cartada da Yamaha para agradar o francês, mas até agora vem se mostrando um erro de cálculo. Quartararo teria desistido e estaria de malas prontas para a Honda, que evolui sua moto a olhos vistos e poderá ser a terceira força em 2026 e com as mudanças de regulamento, pode significar um pulo que anima Quartararo a se mudar de moto. Claro que a Yamaha não irá ficar parada e para isso prepara uma investida em dois pilotos, mas por motivos diferentes. Luca Marini pode não ser um virtuose atrás do guidão, mas seu feedback e conhecimento técnico é conhecido no paddock da MotoGP e atrairia a Yamaha para desenvolver sua moto. O outro piloto seria Jorge Martín. Vendo Bezzecchi, que teve seu contrato renovado, se sobressair dentro da Aprilia, restaria à Martín uma vaga na Yamaha para substituir Quartararo como líder técnico da equipe. Algo que a Aprilia esperava de Martín, mas encontrou em Bezzecchi.
A Aprilia não ficaria sem um bom segundo piloto. Com a saída do campeão de 2024, viria o dono dos títulos de 2022 e 2023. O ano de 2025 de Bagnaia na equipe de fábrica da Ducati foi abaixo da crítica, fazendo o italiano ter alguns atritos com a equipe que lhe deu dois títulos na MotoGP. Pecco já percebeu que a equipe de fábrica da Ducati já tem dono: Marc Márquez. Uma mudança de ares poderia fazer bem à Bagnaia, além de continuar com uma boa moto italiana, assim como correr ao lado do amigo Bezzecchi. Claro que a Ducati irá querer substituir Pecco à altura, mas o escolhido teria um perfil diferente. A Ducati pensaria no futuro e sabendo que Marc Márquez não irá durar por tanto tempo assim, os italianos fisgariam a estrela em ascensão Pedro Acosta, extremamente insatisfeito por ver seus contemporâneos Fermin Aldeguer e Raul Fernández com pelo menos uma vitória na MotoGP e Acosta, considerado melhor do que os dois espanhóis, não. Ter uma dupla espanhola quebraria uma tradição na Ducati, mas ter Acosta poderia garantir o futuro para a Ducati, principalmente com os rumores de uma aposentadoria precoce de Marc Márquez ganhar cada vez mais força. Sem muito dinheiro para investir, KTM tentaria reverter a importante perca de Acosta trazendo Alex Márquez, que voltaria a andar numa moto de fábrica.
Como se vê, a MotoGP iniciará 2026 pensando um ano na frente. Marc Márquez tentará o oitavo título da MotoGP e o décimo no geral, mesmo a Dorna, agora MotoGP Sports Entertainment Group, sobre a batuta da Liberty Media, diminuir ainda mais a Moto2 e Moto3, que seguem formando novos pilotos. A mudança de regulamento em 2027 poderá significar ascensão e queda de muitas marcas, mas no momento a Ducati tende a ser a grande moto da categoria. E tendo Marc Márquez em cima da moto, podemos esperar por um 2026 de espera para 2027 com gostinho de vitória espanhola.
sábado, 14 de fevereiro de 2026
Carnaval gelado
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
AMR26
O início para a Aston Martin não foi dos mais auspiciosos, porém. Um atraso de cronograma fez com que a Aston Martin andasse muito pouco na semana de shakedown em Barcelona, mas o que apareceu chamou a atenção de todos. O carro projetado de Newey tinha linhas mais agressivas que os dos demais carros, com várias ideias que fizeram com que muitos projetistas arregalassem os olhos. Os tempos não foram lá muito convincentes, muito pelo pouco tempo de pista de um carro que além de totalmente novo, ainda recebia o motor Honda. A equipe manterá a dupla Alonso e Stroll, com o primeiro levando a equipe nas costas, enquanto o segundo... bom, o segundo só está ali por ser filho do dono.
Em tese, a Aston Martin é uma das equipes com mais potencial no grid. Um projetista genial em suas fileiras, status de equipe de fábrica de uma gigante como a Honda e uma estrutura de fazer inveja, porém, a Aston Martin ainda tem um piloto veteraníssimo e que mesmo entregando, não terá um futuro muito longo na F1 e um peso morto dentro dos boxes. Vamos ver até onde a genialidade de Newey e Alonso poderá fazer contra Lance Stroll e uma equipe que foi feita para o canadense brilhar, mas Lance já mostrou reiteradas vezes não ter condições para tal.
MCL40
A McLaren mostrou seu novo carro sem maiores mudanças em seu lay-out, mas por baixo do novo carro, tudo está praticamente novo e isso deve assustar Zak Brown e seus papaia caps. O bicampeonato de construtores, sendo o último conquistado com ampla antecedência, mostra que a McLaren estava com a mão do carro do antigo regulamento, mas com praticamente tudo mudando, o time irá para uma nova era. No entanto, os sinais são positivos para os lados de Woking. O motor Mercedes se mostrou forte como esperado e o novo carro não quebrou. Lando Norris e Oscar Piastri se mostrou uma dupla forte, mas insegura, principalmente quando a forte pressão de Max Verstappen fez com que o jovem duo da McLaren sofresse. Com o seu primeiro título, a tendência é que Norris corra mais relaxado e os erros demonstrados nas duas últimas temporadas diminuam, o que não é o caso de Piastri, que sofreu um derretimento no meio da temporada 2025 que faz com que o australiano tenha que mostrar bastante serviço em 2026. A chamada 'Papaya Rules' deixou o relacionamento entre Norris e Piastri dentro do controle, pelo menos externamente, mas já indo para a quarta temporada juntos, o equilíbrio dentro da McLaren acabar com o menor dos problemas.
Depois de muitos anos, a McLaren partirá para uma temporada como atual campeã, mesmo que poucas pessoas apostem na equipe como favorita, graças ao motor Mercedes e a equipe de fábrica. Mesmo campeão, Norris terá que 'confirmar o serviço' e mostrar que não será um campeão eventual, enquanto Piastri, como falado anteriormente, terá que jogar seu derretimento no campeonato para trás. Muita coisas a se provar para os atuais campeões.
sábado, 7 de fevereiro de 2026
Apresentação da MotoGP 2026
Marc Márquez voltou às pistas após sua cirurgia na clavícula e viu seu irmão mais novo continuar sua boa fase, liderando a trupe da Ducati, com Bagnaia mostrando alguma evolução após um 2025 medonho do italiano. A Ducati oficial luta para renovar com Márquez para 2027 e além. Algo que pode ser anunciado nas próximas semanas, pois Márquez sabe que está na melhor equipe e com a melhor moto, porém, o espanhol poderá ter ao seu lado Pedro Acosta, talentoso e promissor espanhol, que parece meio a pé com uma KTM ainda sofrendo com a quase falência da empresa. A ida de Acosta para a Ducati seria o início da queda de vários dominós no mercado de MotoGP. Se isso for confirmado, Bagnaia estaria de mudança para a Aprilia (ou até mesmo voltar à VR46, permanecendo debaixo da asa da Ducati), correndo ao lado do amigo Marco Bezzecchi na Aprilia. Isso implicaria no fim do turbulento casamento de Jorge Martin e Aprilia, fazendo o espanhol ir para a Yamaha, que daria uma resposta para a bombástica saída da Fabio Quartararo para a Honda. E para o lugar de Acosta, a KTM iria atrás de Alex Márquez.
Tudo isso é mera especulação para 2027, sendo que 2026 sequer começou. O mercado está mais animado do que os testes, mas 2026 claramente se forma como um campeonato de transição para o que vem 27 e seu novo regulamento.
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