sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

Buscando novos horizontes

 


A Indy passa por uma fase estranha. Por mais que tenha ótimos pilotos e um grid cheio, não se pode dizer que a categoria vive um ótimo momento. Quando Roger Penske comprou o Indianapolis Motor Speedway e o campeonato, parecia que a Indy viveria uma nova Era de ouro, mas o que se viu foi uma enorme pasmaceira. O chassi da Indy vai para o seu inacreditável décimo terceiro ano. A terceira montadora nunca chega e até se falou de uma saída da Honda, felizmente, até o momento, não passando de boato. Mesmo com muitas pistas tradicionais, a sensação é que a divulgação das corridas é muito abaixo do esperado, com exceção óbvia das 500 Milhas de Indianápolis. Querendo diminuir essa sensação, a Penske Enterteinement conseguiu um contrato de TV com a Fox, substituindo a NBSC, criando ótimos vídeos de divulgação e Newgarden aparecendo no Superbowl. Após vários circuitos de rua mequetrefes, Dallas aparecerá com um circuito ao estilo que a F1 corre, além da possível chegada do México. E claro, o que novo carro poderá finalmente sair em 2027.

Se fora da pistas a Indy busca evoluir, o plantel de pilotos não deixa a desejar. Alex Palou tentará o tricampeonato pela Ganassi, tendo disputado apenas cinco temporadas, mas além do título, o espanhol espera finalmente vencer em Indianápolis e escrever de vez seu nome entre os gigantes da Indy. Scott Dixon já está nesse panteão, mas prestes a completar 45 anos, o neozelandês parece se aproximar cada vez mais do inevitável. Uma das novidades da Indy são os 'slots', com cada equipe podendo inscrever apenas três carros, algo que causou bastante polêmica ano passado. Mesmo sendo uma equipe grande, a Ganassi colocou no seu terceiro carro Kyffin Simpson, apenas para pagar as contas.

A Penske permanecerá com o mesmo trio, após um 2024 muito difícil, recheado de polêmicas e somente salvo pela vitória de Newgarden em Indianápolis. O americano tentará o tri do campeonato e em Indy, o que o tornaria o único tricampeão seguido nas 500 Milhas. Scott McLaughlin vai se consolidando como um piloto de ponta e novamente foi terceiro colocado no campeonato, sendo o líder da Penske em 2024. Will Power irá para o seu décimo sexto ano na Penske, mas nunca esteve tão ameaçado. Mesmo sendo campeão em 2022 e lutado pelo título até a última corrida ano passado, o veterano australiano teve alguns entreveros com seus companheiros de equipe e o clima não parecia dos melhores no final de 2024, com Newgarden e McLaughlin bem mais alinhados. Enquanto McLaughlin renovou seu contrato, muito se fala que Power dificilmente passa de 25 na Penske.

Após uma luta árdua, a Andretti finalmente conseguiu seu lugar na F1 e não esconde que levará para a Europa Colton Herta. O talentoso americano fez sua melhor temporada ano passado e se fizer um ótimo ano na Indy, seu passaporte estará visado para a F1. Kirk Kirwood tentará dar um passo a frente em sua carreira e Marcus Ericsson fará de tudo para desfazer a péssima imagem de sua primeira temporada na Andretti. A McLaren se consolida cada vez mais como uma das grandes na Indy e agora tendo Tony Kanaan como chefe de equipe, tentará levar o título, capitaneado por Pato O'Ward, que até testou na F1 nos últimos meses. Nolan Siegel segue na equipe precisando capitalizar a aposta feita nela por TK, enquanto Christian Lundgaard chega à McLaren com moral pelos bons anos na Rahal.

Das equipes menores, destaque para a Foyt, que tem um acordo com a Penske e cresceu bastante. Santino Ferrucci fez ótimas corridas na mesma medida em que se meteu em confusões, enquanto David Malukas visa ter um ano menos complicado, onde se machucou antes de iniciar a temporada 2024 e acabou demitido da McLaren. A Meyer&Shank desfez a parceria com a Andretti e correrá sobre as asas da Ganassi, donde recebeu também Marcus Armstrong, correndo ao lado de Rosenqvist, enquanto Helio Castroneves tentará o inédito penta em Indianápolis. Com Pietro Fittipaldi não tendo feito uma boa temporada em 2024, ele acabou dispensado e infelizmente o Brasil não terá pilotos em tempo integral em 2025. Teremos a estreia da Prema, tradicional equipe de base da Europa, com um discreto apoio da Ferrari, que colocou seu piloto Robert Shwartzman.

A Indy buscará novos horizontes em 2025, permanecendo com suas ótimas corridas e um grid cada vez mais qualificado. 

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

Novo começo


 A MotoGP começara a temporada 2025 nesse final de semana em um novo ambiente, agora fazendo sua estreia na Tailândia, ao invés do Catar, como vinha acontecendo nos últimos anos. Porém, essa não será a única mudança na MotoGP. Uma série de mudanças nas equipes principais poderá afetar o andamento do campeonato, que já é um dos mais esperados dos últimos anos.

Infelizmente a corrida inaugural de 2025 não contará com o atual campeão. Jorge Martin sofreu dois acidentes nesse início de ano. Primeiro, na pré-temporada em Sepang, lhe garantindo duas fraturas. Após as cirurgias para apressar sua recuperação, Martin foi fazer um pequeno teste, que lhe rendeu mais quatro fraturas no braço esquerdo, o deixando de molho não apenas na Tailândia, mas certamente na segunda etapa na Argentina e até mesmo em outras corridas. Um duro golpe para o espanhol, que era um dos pontos de atenção de 2025. Após levar dois 'nãos' da Ducati oficial, Martin se mandou para a Aprilia e era esperado se Jorge faria com que a moto italiana fosse mais confiável e capaz de deter a superioridade da Ducati. Após um 2024 dominador, a Ducati resolveu não adotar o motor 2025, mantendo a mesma ótima base do ano passado.

Porém, o que mais chama atenção dentro da Ducati será a dupla da equipe de fábrica. O 'não' para Martin tem nome e sobrenome: Marc Márquez. A aposta do multi-campeão em sair da equipe de fábrica da Honda para a Gresini, menor time da Ducati, funcionou muito bem e Márquez não apenas voltou às vitórias em 2024, como se garantiu na equipe oficial da marca italiana em 2025, deixando Martin de lado. Bagnaia se manterá na equipe e o bicampeonato de Pecco não será esquecido pela cúpula da Ducati, mas ter um piloto Márquez ao seu lado será o maior desafio para o italiano. Bagnaia terá que lutar para manter seu feudo, enquanto sua associação com Valentino Rossi, amargo rival de Márquez, dá uma pitada a mais nessa disputa que poderá ser o melhor momento de 2025.

A Ducati terá mais quatro motos para Di Giannantonio, que se machucou também na pré-temporada, Morbidelli, Alex Márquez e o novato Aldeguer. A atual campeã Pramac se mudou para a Yamaha, na tentativa de ajudar a marca japonesa a se recuperar. Os primeiros sinais foram positivos e Fabio Quartararo poderá ser o rival dos pilotos da Ducati com todo o seu talento. A Honda também evoluiu bem, mas poderá sentir a falta de um piloto extraclasse. Com o acidente de Martin, todo o desenvolvimento da Aprilia caiu nas mãos de Marco Bezzecchi, que fez um trabalho decente e poderá ajudar a Aprilia, que viu Martin andar pouquíssimos quilômetros antes de iniciar a temporada. Outro fator nessas férias da MotoGP foi a situação da KTM. Tradicional das provas off-road e em crescimento na MotoGP, a marca austríaca se viu em sérios apuros por causa de sua situação financeira, que se mostrou caótica após o fim da temporada 2024. Dívidas bilionárias e o risco real de falência acendeu o sinal vermelho em todo o Mundial de Motovelocidade, já que a KTM mantém equipes também na Moto2 e Moto3.

Uma reunião nessa semana na Áustria manteve a KTM funcionando, mas todos estão de olho nos austríacos e como eles irão desenvolver suas motos, ainda mais com ótimos pilotos na MotoGP, incluindo Pedro Acosta, o novo fenômeno espanhol.

A MotoGP iniciará um novo começo com vários pilotos mudando de equipe e muita expectativa dentro do que poderá ocorrer nos boxes da Lenovo Ducati e seus dois pilotos campeões. Como sempre não faltarão grandes corridas e que a briga pelo campeonato se mantenha em alto nível, como nos anos anteriores.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

RB21

 


Terceira colocada no Mundial de Construtores em 2024, a Red Bull ainda manteve o título do Mundial de Pilotos, mas entra em 2025 como um dos times mais pressionados do pelotão. Max Verstappen usou todo o seu colossal talento para conquistar o tetracampeonato ano passado, mas todos sabem que sem um bom carro, nem o neerlandês pode fazer milagre. E sem Newey, a tarefa do time comandado por Christian Horner é ainda mais complicada.

Os bastidores da Red Bull em 2024 foram extremamente tumultuados e isso refletiu dentro da pista. A guerra de poder entre Horner e Helmut Marko, com direito a denúncia de assédio sexual e tudo, trouxe grandes problemas ao time, quase estragando o ano de Max Verstappen. Depois de um 2023 dominador e um início de 2024 no mesmo ritmo, a Red Bull foi ultrapassada pela McLaren e em certos momentos, foi o quarto carro do pelotão. Apenas a excelência de Max Verstappen foi capaz de administrar um campeonato que escorria pelas mão e o neerlandês foi capaz de garantir o título ainda com antecedência. O mesmo não aconteceu no Mundial de Construtores. Com Adrian Newey de saída do time, o desenvolvimento do carro não foi o mesmo e a 'real' Red Bull se viu nas mãos do coitado do Sérgio Pérez. O mexicano teve um ano horripilante e mesmo tendo o contrato renovado no meio de 2024, o desempenho de Checo foi tão ruim que ele acabou demitido. Uma saída nada honrosa para Pérez, mas isso demonstra que os bastidores da Red Bull não eram para fracos. O clã Verstappen sabe que um bom ano da Red Bull passará muito pelo o que Max poderá fazer, pois em 2024 o neerlandês levou o time nas costas e poderá fazê-lo em 2025.

Após uma disputa interna com Tsunoda, quando ficou claro que Colapinto é tão talentoso quanto batedor, Liam Lawson ficou com a segunda vaga da Red Bull. Mesmo não tendo nem meia temporada na carreira, Liam tentará sobreviver ao segundo cockpit da Red Bull ao lado de Verstappen. Um emprego longe dos mais saudáveis na F1 atual.

Horner sabe que depende de Max Verstappen para se manter na luta por vitórias e títulos. E sabe também que para manter Max na Red Bull, precisará entregar um bom carro. Isso será possível, ainda mais sem Newey? 

W16

 


O carro da Mercedes para 2025 já é um marco. Pela primeira vez em doze anos, Lewis Hamilton não esteve ao lado do novo carro da Mercedes para a nova temporada de F1. Uma mudança radical no time capitaneado por Toto Wolff, mas o austríaco deve estar esperando por muito mais mudanças para a temporada vindoura.

A saída de Hamilton foi um verdadeira terremoto para a Mercedes em 2024, que fez um ano cheio de altos e baixos. Procurando dar uma resposta para a saída de sua grande estrela, Wolff procurou Max Verstappen, mas o neerlandês ainda tinha tantas amarras contratuais que não foi possível trazê-lo para a Mercedes. Por enquanto. Wolff não achou ninguém interessante no mercado e assim resolveu apostar alto, graduando o queridinho do programa da Mercedes para a F1, Andrea Kimi Antonelli. Considerado um fenômeno, Antonelli era esperado pela Mercedes fazia algum tempo, ainda assim, sua estreia foi um tanto quanto surpreendente nesse momento. Kimi mal completou 18 anos e esteve longe de brilhar na F2, após o italiano pular a F3 depois de dominar na FRECA em 2023. Era esperado que Antonelli repetisse a trajetória de George Russell, que ficou algum tempo na Williams ganhando experiência antes de subir para a Mercedes após bons préstimos nas categorias de base mais próximas da F1, mas o contexto fez com que Kimi estreasse na F1 no grande palco. E falando em Russell, com a saída de Hamilton o inglês se tornou o líder da equipe e George terá que se mostrar mais uma vez, agora sendo o piloto experiente da vez dentro da Mercedes, claramente sendo a referência da equipe.

Tudo o que a Mercedes quer para 2025 é um pouco de estabilidade e mudar para os bons tempos no começo da Era híbrida, mas contando com um jovem potencial estreando na F1 e um piloto querendo se provar, a temporada tende a ser ainda de transição para a Mercedes. Será que Wolff terá tanta paciência assim? 

domingo, 23 de fevereiro de 2025

AMR25

 


Continuando as apresentações dos carros, mesmo com o evento da Liberty no último 18, esse domingo foi a vez da Aston Martin mostrar suas armas para 2025. Assim como muitas equipes no grid desse ano, a Aston Martin vem com a conversa sobre 2026 e os novos regulamentos, porém, para o time britânico esse assunto é ainda mais forte, com a chegada de Adrian Newey e o conhecimento de que o mago só poderá mexer no carro realmente na próxima temporada.

Enquanto 2026 não chega, o time esmeraldino vai para 2025 tentando não repetir a temporada ruim do ano passado. Após um 2023 muito forte, onde Fernando Alonso chegou a flertar com o vice-campeonato, a Aston Martin decaiu bastante em 2024 e se teve algo parecido com a temporada anterior, foi a queda que o time sofreu no segundo semestre da temporada. Se no começo de 2024 o time capitaneado por Lawrence Stroll era claramente a quinta força do grid, relativamente próxima da Mercedes, no final do ano a Aston Martin era sétima ou oitava força, só garantindo o quinto lugar no Mundial de Construtores muito pela garra de Fernando Alonso, levando a equipe nas costas. Prestes a completar 44 anos, o espanhol permanece como o esteio da equipe e reserva técnica da Aston Martin, mas a equipe sabe que Alonso uma hora irá parar, mesmo ainda entregando muito. E para dor de Lawrence, a equipe sabe também que Lance Stroll é o grande ponto fraco da equipe. Piloto medíocre e só estando na F1 por causa do bolso fundo do pai.

Com grande potencial e muito investimento, a Aston Martin busca desgarrar do pelotão intermediário e se não poder repetir 2023, pelo menos melhorar 2024, enquanto aguarda a chegada de Newey e o início da parceria com a Honda. Até lá, resta saber quem terá peito para dizer à Lawrence que o ponto fraco da equipe é Lance... 

sábado, 22 de fevereiro de 2025

C45

 


O nome Sauber irá se despedir da F1. Mais uma vez. Comprada pela Audi no ambicioso projeto da montadora alemã para a F1, a tradicional equipe suíça usará pela última vez o nome do velho Peter Sauber em 2025, antes da Audi assumir as rédeas de vez. E o que tedescos mais querem é assumir a equipe numa situação bem melhor do que em 2024.

A Sauber teve um ano para esquecer e se não fosse um oitavo lugar de Guanyu Zhou já no final da temporada, o time terminaria 2024 zerado, num vexame histórico para um time que já teve vários nomes e passou por várias fases. Comprada pela Audi e no meio de muitas disputas políticas, a Sauber terá Mattia Binotto como o homem forte da equipe em mais uma fase de transição. Uma das medidas de Binotto foi dispensar os dois pilotos, Zhou e Valtteri Bottas. Por sinal, o nórdico conseguiu a proeza de terminar o campeonato em 22º lugar num grid de vinte carros e Bottas participou de todas as corridas de 2024. Prova inconteste que Valtteri está com outras prioridades, como mostrar o popo. Para o lugar deles vieram Nico Hulkenberg e o novato Gabriel Bortoleto. Hulkenberg protagonizou um surpreendente retorno na Haas e mesmo já veterano, mostrou ótimos resultados, chamando a atenção da Audi para liderar essa transição. Claro, o fato de Nico ser alemão ajudou bastante, mas Hulk é dos pilotos mais respeitados do grid. Se tem um nome experiente para o curto prazo, Bortoleto é o plano a longo prazo. Campeão da F3 e da F2 como novato, Bortoleto chegará a F1 bastante conceituado e será um nome a ser observado, além de trazer o Brasil ao grid da F1 após longos sete anos. Para a torcida brasileira, paciência será algo muito necessário para administrar as expectativas em cima de Gabriel, ainda mais sabendo de todo o cartel do brasileiro nas categorias de base, mas a estreia acontecerá na equipe atual última colocada do Mundial de Construtores.

Com um piloto bastante experiente e um novato extremamente promissor, a Sauber se prepara para o seu último ano com esse nome já pensando como será quando se tornará um time de fábrica tendo a Audi por trás. Até lá, Binoto espera um ano mais competitivo para que a parceria comece em alta. 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025

VCARB-02


 A Racing Bulls chegou com pintura nova para 2025, além de piloto novo. O time incubadora da Red Bull fez o que dela se espera ao graduar Liam Lawson para o time principal, mesmo que deixando Yuki Tsunoda, indo para a sua quinta temporada na F1 e na equipe, que já teve vários nomes, bastante chateado. 

A equipe mudou seu layout para 2025 e usando o limite de peças permitidas pelo regulamento da Red Bull. A subsede na Inglaterra foi fechada e a Racing Bulls se mudou para complexo da Red Bull, estreitando laços. Montada vinte anos atrás para ser uma canteira da Red Bull, a Racing Bulls viu passar vários pilotos antes de subirem à Red Bull. Assim como viu vários fracassos. Em 2024 o time viu Daniel Ricciardo frustrar as expectativas, onde se esperava que o veterano australiano fizesse sombra em Sérgio Pérez na Red Bull, mas Daniel acabou sendo ainda pior do que o mexicano e acabou dispensado ainda antes de terminar a temporada, saindo pelas portas dos fundos da F1. Para o seu lugar veio Liam Lawson, que já tinha substituído Ricciardo em 2023 quando este se machucou, impressionando a todos. Como não apenas Ricciardo, como também Pérez estava saindo da F1, muito se especulou se a Red Bull usaria sua equipe satélite para substituir Checo e quem seria. Após alguns testes, Lawson foi o escolhido. Mas somente o desempenho fez a diferença?

Tsunoda ainda se mantém na F1 e na Racing Bulls muito por ser um piloto Honda e mesmo a montadora não estando oficialmente na F1, há uma parceria com a Red Bull, porém, a Honda está se mudando para a Aston Martin em 2026, praticamente terminando os laços com a Red Bull e por consequência, com Tsunoda, que muito provavelmente poderá sobrar nessa questão. O nipônico terá a companhia de Isaac Hadjar, rival de Bortoleto na F2 e fruto do programa Red Bull, sendo bastante paparicado por Helmut Marko. Não falta velocidade ao francês, mas Hadjar mostrou algumas vezes descontrole emocional via rádio, por sinal, mesmo problema que Tsunoda tinha quando chegou à F1. A Racing Bulls terá uma dupla heterogênea, onde Tsunoda tem tudo para sobrar e terá motivos de sobras para bater Hadjar, que por sua vez, fará de tudo para aparecer e repetir a estrada de tantos pilotos que passaram pela equipe ex-Minardi (e ex-Toro Rosso, Alpha Tauri...) e subiram para a Red Bull.