A abertura do campeonato 2026 em St Petersburg foi mais uma corrida padrão de Alex Palou. O espanhol não largou na pole, cuja honra coube à Scott McLaughlin. Marcus Ericsson pulou para segundo, com Palou atrás. A primeira bandeira amarela surgiu logo na primeira volta, envolvendo o horroroso Sting Ray Robb, Santino Ferrucci e o estreante Mick Schumacher, que pode se consolar que seu pai também andou poucos metros em sua estreia na F1. Com as equipes tendo que colocar pelo menos dois sets de pneus macios na corrida, Palou fez sua corrida de espera baseada nisso. No primeiro stint, McLaughlin segurou o ritmo e os três primeiros andaram bem próximos, mas havia a situação em que o 'Undercut', ou seja, ficar mais tempo na pista, faria mais diferença. Um doce para adivinhar quem foi o último a parar. Sim, Alex Palou.
Com alguns carros tendo parado na primeira volta e esticando um pouco mais suas paradas, Palou esperou algumas voltas para disparar na ponta. Ericsson se manteve na frente de McLaughlin, mas com pneus macios, o sueco da Andretti sofreu bastante no final do segundo stint, segurando bastante McLaughlin, ajudando ainda mais a causa de Palou. O neozelandês perdeu tanto tempo que acabou 'ultrapassado' por Kyle Kirkwood durante as paradas, mas o americano da Andretti precisou economizar combustível nas voltas finais e foi ultrapassado na pista por McLaughlin e Christian Lundgaard, que superou o badalado Pato O'Ward na pista e pressionou McLaughlin até o fim, mas acabou mesmo na terceira posição, sendo o melhor McLaren.
Enquanto isso Palou passeava na pista de St Petersburg, chegando incríveis 12s na frente de McLaughlin. Após fazer os dois primeiros stints com pneus macios, Palou colocou os duros no stint final, tendo borracha de sobra para administrar qualquer ataque. Uma 'luneta' em termos de Indy, mas essa é a realidade atual da categoria. Por mais que tenha um bom nível no grid atual, a Indy vê em Alex Palou um piloto muito mais completo que os demais e capaz de sobrepujar todos os outros pilotos com uma facilidade desconcertante. E 2026 começa com um gostinho parecido com os quatro anos anteriores.

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