O jovem piloto alemão da Spyker voltou a mostrar que seus tempos ao lado de Lewis Hamilton na mesma equipe na época de F3 Européia não forão em vão. O próprio Hamilton foi o primeiro a dizer que Sutil era um ótimo piloto ainda no início da temporada e suas performances ao longo do ano mostraram que além de ser um ótimo piloto, Lewis também sabe onde está os talentos. Mesmo estando ao lado de um piloto rápido e experiente, Sutil destruiu toda a reputação de Christijan Albers na primeira metade do ano a ponto do holandês ser demitido da equipe cujo sogro é um dos donos! A velocidade de Sutil ficou provada quando foi o mais rápido no treino livre de sábado em Mônaco, quando as condições traiçoeiras na travada pista fez com que o talento de Sutil aflorecesse. Porém, a pista estava secando e Sutil estava com pneus intermediários, mais apropriados para aquela situação, diziam os críticos que ainda viam os erros de noviciado que o alemão mostrava no péssimo carro que tem em mãos.
Em Spa, Sutil deu a resposta para quem duvidava do seu talento. Ainda muito mais rápido do que seu novo companheiro de equipe, Sutil não ficou satisfeito em apenas superá-lo, já que o carro da Sypker é o pior da F1 claramente, e simplesmente alçou vôos bem maiores. Já na Classificação Sutil superou o Super Aguri de Anthony Davidson e saiu da última fila. Como não tinha nada a perder na largada, Sutil arriscou tudo e deu certo, subindo para a décima segunda posição. Ao contrário do que era esperado, Sutil não apenas foi segurou sua posição como atacou por várias voltas a Red Bull de David Coulthard. Apesar de ser ultrapassado mais tarde pela Toyota de Jarno Trulli, Sutil conseguiu manter um bom ritmo que pôs à frente das duas Super Aguri e próximo da Toro Rosso de Vitantonio Liuzzi. Mantendo esse ritmo, Sutil tem tudo para abrir portas para 2008. Mais especificamente para ser companheiro de equipe de Trulli.
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Figurão(BEL): Alexander Wurz
Que Alexander Wurz está fazendo uma péssima temporada em sua volta à F1 no bom carro da Williams não é segredo nenhum, mas a atuação do austríaco em Spa Francorchamps foi de chamar a atenção pela disparidade com seu companheiro de equipe. Enquanto Nico Rosberg classificava o carro da Williams num ótimo sexto lugar - que virou quinto com a punição de Kubica -, Wurz voltava a sofrer quando era preciso velocidade máxima e foi apenas o décimo quarto. No entanto, isso não foi novidade. A supresa foi o péssimo rendimento de Wurz durante a corrida. Ainda no início da prova Wurz saiu da pista na nova variante da pista de Spa antes da entrada dos boxes e o piloto da Williams amargou a lanterna da corrida por várias voltas. Num ritmo de corrida lamentável, Wurz demorou uma eternidade para chegar no penúltimo colocado Sakon Yamamoto e ainda assim não conseguiu ultrapassar o japonês, que tem em mãos uma Spyker, um carro bem pior do que o do austríaco. Para completar o dia, um problema de motor acabou o martírio de Wurz e o fez abandonar a corrida já no seu final, quando ocupava a desonrosa última posição. Enquanto isso, Rosberg conseguia mais três pontos para a Williams com mais uma atuação convincente. Por mais que Wurz tenha feito um ótimo trabalho na McLaren e na Williams como piloto de testes, está provado por a mais b que Wurz não tem ritmo de corrida e seu tempo na F1 já acabou.
domingo, 16 de setembro de 2007
Apenas um suspiro
Valentino Rossi conseguiu adiar por algumas semanas algo que é irremediável: o título de Stoner. Após ficar quatro provas sem freqüentar o pódio, Rossi conseguiu uma vitória categórica hoje no Estoril após lutar a corrida inteira contra um revigorado Dani Pedrosa. A Yamaha e, principalmente, a Michelin trabalharam muito nesses últimos quinze dias para que Rossi tivesse condições de novamente subir no alto do pódio e como o italiano sempre gostou de fazer: dando um golpe psicológico em seus adversários. Pedrosa liderou a corrida inteira após ultrapassar Stoner ainda no início da corrida, mas a evolução de Rossi lembrou os bons tempos e logo o italiano estava brigando com Pedrosa e Stoner. Não demorou para a briga virar um match race entre Pedrosa e Rossi, com o espanhol se esgoelando para se manter à frente, enquanto Rossi mantinha uma tocada mais elegante.
Faltando quatro voltas, tanto Rossi como Pedrosa erraram durante a volta e Pedrosa pôde se manter à frente até a penúltima volta, quando Rossi deu o bote aonde não tinha tentado antes: a freada da reta dos boxes. Sem dar chances ao espanhol, Rossi seguiu rumo a bandeirada e a quarta vitória na temporada. Quando Pedrosa chegou aos boxes ficou nítido a decepção do espanhol, que ainda luta por um lugar competitivo em 2008. Rossi fez festa e teve o nome gritado pela torcida portuguesa, mas Stoner ainda terminou em terceiro, mesmo sendo pressionado por Hayden em alguns momentos. Com isso, a diferença entre Stoner e Rossi caiu de 85 para 79 pontos faltando apenas quatro corridas. Por mais que Rossi use todo o seu enorme talento, dificilmente ganhará esse ano, mas ao menos irá prorrogar ao máximo o triunfo de Stoner.
Faltando quatro voltas, tanto Rossi como Pedrosa erraram durante a volta e Pedrosa pôde se manter à frente até a penúltima volta, quando Rossi deu o bote aonde não tinha tentado antes: a freada da reta dos boxes. Sem dar chances ao espanhol, Rossi seguiu rumo a bandeirada e a quarta vitória na temporada. Quando Pedrosa chegou aos boxes ficou nítido a decepção do espanhol, que ainda luta por um lugar competitivo em 2008. Rossi fez festa e teve o nome gritado pela torcida portuguesa, mas Stoner ainda terminou em terceiro, mesmo sendo pressionado por Hayden em alguns momentos. Com isso, a diferença entre Stoner e Rossi caiu de 85 para 79 pontos faltando apenas quatro corridas. Por mais que Rossi use todo o seu enorme talento, dificilmente ganhará esse ano, mas ao menos irá prorrogar ao máximo o triunfo de Stoner.
Comendo pelas beiradas
Com seu estilo discreto, dentro e fora das pistas, Kimi Raikkonen vai aos poucos se aproximando dos pilotos da McLaren e com a vitória de hoje vai se consolidando como o piloto da Ferrari na tentativa quase ingrata de se tornar campeão 2007, porém, Kimi agora tem apenas onze pontos de desvantagem para Hamilton faltando três corridas para o final da temporada. A cara de Massa no pódio significava não apenas o desânimo de perder a corrida de hoje, mas a constatação de que a partir de agora deverá trabalhar para ajudar Kimi Raikkonen a superar os pilotos da McLaren nas corridas que faltam.A corrida de hoje não foi um primor de emoção graças a superioridade da Ferrari em cima da McLaren e do melhor acerto encontrado por Alonso em comparação ao seu rival Hamilton, não permitindo uma corrida mais próxima dos quatro protagonistas do ano. Porém as ultrapassagens aconteceram no pelotão intermediário na freada da reta Kemel, protagonizadas principalmente por Robert Kubica, que fez uma corrida bastante
agressiva hoje. No entanto, o lance de maior emoção ficou para a briga entre Alonso e Hamilton nos primeiros metros da corrida de hoje. O espanhol espalhou para cima de Hamilton na primeira curva e o inglês teve que usar da área asfaltada e então os pilotos da McLaren fizeram a aproximação da Eau Rouge lado a lado. Quem iria tirar o pé primeiro? Hamilton, numa posição pior, usou do bom senso e deixou Alonso passar, mas não resta dúvida que o espanhol ganhou pontos na briga particular com seu companheiro de equipe.Raikkonen matou a corrida no primeiro stint da corrida, quando foi bastante superior a Massa e fez sua parada com confortáveis 4s sobre o companheiro de equipe. O brasileiro só incomodou quando colocou os pneus macios no terço final da corrida, mas já era tarde demais e a Ferrari já devia ter mandado o recado para que seus pilotos trouxessem os carros em ordem. Assim como aconteceu na Turquia, só que ao inverso, Massa ficou com a melhor volta da prova, como que mostrando a Raikkonen que também tinha capacidade de vencer, mas a pergunta que não quer calar? Por que Massa não usou os pneus moles antes?
Alonso fez uma corrida solitária e apenas quando Hamilton colocou os pneus moles, o inglês foi para cima, mas uma saída de pista pôs tudo a perder e Alonso garantiu a terceira posição com facilidade. Na segunda divisão, Heidfeld foi ultrapassado por Webber na largada, mas não se incomodou muito e apenas esperou que o australiano e Rosberg fizessem suas paradas, para que o alemão voltasse ao seu habitat natural, atrás dos carros de McLaren e Ferrari. Rosberg e Webber fizeram corridas sólidas e sem muitos arroubos e terminaram num tranqüilo sexto e séitmos lugares respectivamente. Heikki Kovalainen usou uma estratégia diferente de parar apenas uma vez e passou a maior parte da corrida com o carro muito pesado e sendo pressionado por alguém. No final, o esforço do valente finlandês rendeu frutos e mais um ponto no campeonato.
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Kubica foi a estrela do meio do pelotão com suas ultrapassagens arriscadas e calculadas, como sobre Ralf Schumacher. O polonês vinha fazendo uma baita corrida de recuperação e tinha tudo para marcar pontos novamente, mas esbarrou na Red Bull de Coulthard, que pararia somente uma vez, e perdeu tempo demais. No final da corrida Kubica pressionou bastante Kovalainen na tentativa de marcar pontos, mas ao contrário do início da corrida, o piloto da BMW não obteve sucesso e ele ficou fora dos pontos. Mas valeu pela show!
Trulli novamente largou muito mal e de novo essa predileção em não largar bem acabou com sua corrida. Tanto que ficou atrás do seu companheiro de equipe, Ralf Schumacher, que fez uma corrida discretíssima. Liuzzi fez uma prova sem aparecer, mas ao menos conseguiu o que queria: receber a bandeirada. A Honda fez uma péssima corrida e desta vez nem a confiabilidade funcionou, pois Button quebrou no final da corrida após ser ultrapassado pela Super Aguri de Sato. Já Barrichello não fez nada demais, ficando em décimo terceiro.
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A surpresa agradável da corrida, porém, foi a performance de Adrian Sutil com a pequenina Spyker. O alemão levou o carro da equipe holandesa a lugares nunca antes imaginados e pressionou por muitas voltas David Coulthard pela décima primeira posição. Mesmo ultrapassado por Trulli (cuja equipe deve gastar dez vezes mais do que a Spyker), Sutil não perdeu muito rendimento e chegou à frente das duas Super Aguris e próximo de Barrichello. Com certeza a melhor corrida do estreante e isso deve abrir algumas portas melhores para Sutil no próximo ano.
Com apenas três corridas para o fim, o campeonato vai chegando ao seu ápice. A diferença entre Hamilton e Alonso é de apenas dois pontos, mas Raikkonen vem se aproximando perigosamente. Se Kimi vencer as próximas três corridas e qualquer um dos pilotos da McLaren não terminar em segundo, Raikkonen será o campeão. Por isso, Massa deverá ser o "Barrichello" de Kimi a partir de agora, pois somente dobradinhas levará o título de pilotos novamente para Maranello. Falando nisso, se Raikkonen tivesse vencido na Turquia estaria apenas nove pontos atrás de Hamilton. Já pensou se Kimi perde o campeonato desse ano por apenas dois pontos?
sábado, 15 de setembro de 2007
Uma pena... (II)

Após terminar a tarde feliz pela goleada do meu Ceará fora de casa, acabo de receber a péssima notícia da morte de Colin McRae. Vida de torcedor do Ceará é fogo! Quando ganha uma, recebe uma notícia dessa... McRae era o típico piloto que não tinha grandes resultados(apenas um título mundial no longuínquo ano de 1995), mas o carisma e a forma de pilotar o fez um dos pilotos mais queridos e espetaculares da história do Mundial de Rally.
McRae começou sua carreira na equipe Subaru e se tornou o piloto mais jovem a se tornar campeão mundial com apenas 25 anos de idade. McRae brigou cabeça a cabeça com o tetracampeão Tommi Makkinen pelo recorde de vitórias no final dos ano 90, mas sua escolha de andar pela Ford a partir de 1998 com o intuito de desenvolver o modelo Focus o impediu de brigar mais vezes pelo título. Após ser demitido pela Citröen em 2003 McRae se desiludiu um pouco com o WRC a passou a fazer o Rally Dakar e disputar as 24 horas de Le Mans.
As primeiras informações dizem que McRae pilotava seu helicoptéro próximo a sua casa na Escócia quando o aparelho caiu. As notícias ainda são desencontradas, mas também há a possibilidade do filho de McRae também estar envolvido na tragédia. Colin tinha 39 anos.
Com mais essa lacuna, fico pensando no futuro do Mundial de Rally. Os últimos quatro anos foram terríveis para o WRC com mudanças totalmente malucas no regulamento, mas isso ficou em um plano menor. O primeiro choque foi a doença do campeão de 2001 Richard Bruns no final da temporada 2003 e a posterior morte do carismático inglês em 2005. No mesmo ano um acidente matou o não menos popular Michael Park, navegador de Marko Martin, durante o Rally da Grã-Bretanha deixando todos no WRC perplexos e fazendo que Martin também abandonasse os rallys. Carlos Sainz já havia abandonado o mundo dos rallys ano passado e essa semana foi a vez de Marcus Grönholm anunciar sua aposentadoria. Hoje foi a morte de McRae.
O cenário a partir de 2008 é sombrio, pois apenas Loeb tem fama o suficiente de ser chamado de ídolo, pois Petter Solberg está longe da forma que lhe deu o título em 2003, enquanto Daniel Sorno e Mikko Hirvonen são apenas promessas que podem dar certo. Ou não. Porém, esse momento não é propício a reflexões sobre o futuro, mas sim a lamentar a infeliz partida desse gênio do rally Mundial chamado Colin McRae.
McRae começou sua carreira na equipe Subaru e se tornou o piloto mais jovem a se tornar campeão mundial com apenas 25 anos de idade. McRae brigou cabeça a cabeça com o tetracampeão Tommi Makkinen pelo recorde de vitórias no final dos ano 90, mas sua escolha de andar pela Ford a partir de 1998 com o intuito de desenvolver o modelo Focus o impediu de brigar mais vezes pelo título. Após ser demitido pela Citröen em 2003 McRae se desiludiu um pouco com o WRC a passou a fazer o Rally Dakar e disputar as 24 horas de Le Mans.
As primeiras informações dizem que McRae pilotava seu helicoptéro próximo a sua casa na Escócia quando o aparelho caiu. As notícias ainda são desencontradas, mas também há a possibilidade do filho de McRae também estar envolvido na tragédia. Colin tinha 39 anos.
Com mais essa lacuna, fico pensando no futuro do Mundial de Rally. Os últimos quatro anos foram terríveis para o WRC com mudanças totalmente malucas no regulamento, mas isso ficou em um plano menor. O primeiro choque foi a doença do campeão de 2001 Richard Bruns no final da temporada 2003 e a posterior morte do carismático inglês em 2005. No mesmo ano um acidente matou o não menos popular Michael Park, navegador de Marko Martin, durante o Rally da Grã-Bretanha deixando todos no WRC perplexos e fazendo que Martin também abandonasse os rallys. Carlos Sainz já havia abandonado o mundo dos rallys ano passado e essa semana foi a vez de Marcus Grönholm anunciar sua aposentadoria. Hoje foi a morte de McRae.
O cenário a partir de 2008 é sombrio, pois apenas Loeb tem fama o suficiente de ser chamado de ídolo, pois Petter Solberg está longe da forma que lhe deu o título em 2003, enquanto Daniel Sorno e Mikko Hirvonen são apenas promessas que podem dar certo. Ou não. Porém, esse momento não é propício a reflexões sobre o futuro, mas sim a lamentar a infeliz partida desse gênio do rally Mundial chamado Colin McRae.
História: 5 anos do Grande Prêmio da Itália de 2002
Com Michael Schumacher tendo garantido seu pentacampeonato já fazia mais de um mês, a Ferrari decidira que tentaria o campeonato perfeito e para isso Rubens Barrichello teria que ser vice-campeão, já que o Mundial de Construtores já estava na prateleira de Maranello. Rubens não teve um campeonato linear em 2002 e a famosa ordem de equipe na Áustria o abalou bastante. Isso sem contar os problemas que teve antes da largada na Espanha, França e Inglaterra. O domínio da Ferrari em 2002 foi tão brutal, que mesmo com todos esses percalços Barrichello era vice-líder do campeonato, mas com apenas sete pontos à frente do terceiro colocado Juan Pablo Montoya. Com o carro que tinha, era uma vantagem muito pequena. A Ferrari passara a trabalhar para Rubens após o Grande Prêmio da Alemanha, onde Barrichello teria até mesmo o carro reserva, antes exclusivo de Schumacher.O ano de 2002 foi o último em que as equipes podiam trabalhar nos carros antes da corrida e assim poderiam fazer verdadeiros foguetes para se Classificar mais à frente. Quem era mestre nisso era a Williams-BMW. A equipe inglesa se aproveitava do excelente motor alemão para dar um canhão para seus pilotos marcar poles. Montoya já contava com seis poles na temporada e em Monza, onde o motor era o item mais importante do carro, não foi surpresa ver o colombiano na frente. Não bastasse ser pole no santuário de Monza, Montoya bateu o antigo recorde de Keke Rosberg de volta mais rápida na história da F1, com sua pole tendo uma média de 259,828 km/h. Mesmo sabendo que a Williams só andava bem nas Classificações, a Ferrari não queria levar desaforo para casa e colocou Michael Schumacher na primeira fila, Barrichello apenas em quarto, porém, todos sabiam que o alemão iria trabalhar para ajudar Rubinho. A surpresa foi a quinta posição de Eddie Irvine com a Jaguar, à frente da McLaren de Kimi Raikkonen, que protagonizou um espetacular acidente na Classificação, quando fechou perigosamente Takuma Sato. O japonês ficou possesso com Kimi e foi tirar satisfações com o finlandês na guarita da McLaren. Enquanto Sato gesticulava, Raikkonen não estava nem aí.
Grid:
1) Montoya(Williams) - 1:20.264
2) M.Schumacher(Ferrari) - 1:20.521
3) R.Schumacher(Williams) - 1:20.542
4) Barrichello(Ferrari) - 1:20.706
5) Irvine(Jaguar) - 1:21.606
6) Raikkonen(McLaren) - 1:21.712
7) Coulthard(McLaren) - 1:21.803
8) De la Rosa(Jaguar) - 1:21.960
9) Villeneuve(BAR) - 1:22.126
10) Salo(Toyota) - 1:22.318
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A corrida deveria ser decidida por Williams e Ferrari, com claro favoritismo para a equipe italiana e isso ficou claro logo no início da corrida. No começo Ralf Schumacher consegue uma ótima largada e pula para primeiro antes da primeira chicane, à frente do seu companheiro de equipe. Barrichello também ultrapassa seu companheiro de equipe e pula para terceiro. Ainda na primeira volta os quatro primeiros abriam uma boa diferença para o quinto colocado Raikkonen, que ultrapassara Irvine na largada.
Nas primeiras voltas Barrichello pressionava muito Montoya, mas não conseguia a ultrapassagem. Então, no início da quarta volta, o motor de Ralf Schumacher explode espetacularmente antes da primeira chicane. Com apenas Montoya como intruso, a Ferrari começa a consruir sua vitória. Na volta seguinte Rubinho ultrapassa Montoya na freada da primeira chicane e na volta seguinte Schumacher imitou a manobra do seu companheiro de equipe. As duas Ferraris começaram a abrir com relação a Montoya, que claramente não tinh
a ritmo para acompanhar os líderes, mesmo numa pista que teoricamente era favorável ao potente motor BMW.Receosos com o que a Williams poderia fazer na corrida, a Ferrari planeja duas estratégias diferentes para seus pilotos e isso fica claro com Barrichello aumentando a distância para Schumacher. Rubinho iria parar duas vezes, enquanto o alemão pararia somente uma vez. Quando Barrichello fez sua primeira parada na volta 19, ele tinha 16s em cima de Schumacher e ainda voltou à frente de Montoya. Na volta 28 Schumacher fez sua única parada e Barrichello teria que se virar para sair do seu segundo pit-stop na frente do alemão. Na volta 34 Montoya volta aos boxes lentamente com a suspensão quebrada. Era fim de corrida para a Williams. E também fim de alguma ameaça sobre a Ferrari.
O ritmo de Rubinho era tão forte para conseguir a vitória, que
ele já tinha colocado volta até no terceiro colocado! Na volta 37 Barrichello fez sua parada e voltou bem à frente de Schumacher, que claramente tirou o pé para não ultrapassar o brasileiro e ter que repetir as já famosas ordens de equipe. Com o serviço completo, os pilotos da Ferrari tiraram o pé e Barrichello cruzou a linha de chegada em primeiro, com Schumacher logo atrás. Para se ter idéia do domínio ferrarista, o terceiro colocado Eddie Irvine chegou 50s atrás da dobradinha vermelha. Era o primeiro pódio da Jaguar no ano.Com uma dobradinha da Ferrari e um ex-piloto da Ferrari em terceiro, a festa em Monza foi total e uma inesquecível invasão de pista pintou de vermelho o asfalto de Monza. Com 17 pontos de vantagem sobre Montoya, Barrichello acabaria sendo vice-campeão e a Ferrari completaria seu plano. Porém, o que a Ferrari fez em 2002 acabaria mudando os rumos da F1 a partir do ano seguinte.
Chegada:
1) Barrichello
2) M.Schumacher
3) Irvine
4) Trulli
5) Button
6) Panis
Reviravolta
Se ontem a McLaren dominou como quis, hoje foi a vez da Ferrari se sobressair e dominar a primeira fila da corrida belga amanhã. Após uma fase menos boa, Kimi Raikkonen saíra pela terceira vez nesta temporada na pole e nas duas vezes em que saiu da posição de honra, Kimi venceu na Austrália e na Inglaterra. Atrás de Raikkonen veio Felipe Massa por uma margem ínfima de dezessete milésimos, mesmo com a Ferrari do brasileiro bem desequilibrada durante a Classificação.
Os quatro primeiros colocados colocaram uma diferença enorme sobre os dezoitos carros restantes no grid, mas a diferença entre os três primeiros foi de menos de um décimo. Isso num circuito de mais de sete quilometros! Quem destoou um pouco foi Hamilton, que após perder o acesso das informações conseguidas por Alonso durante o final de semana, vem perdendo o algo a mais para superar seus rivais mais diretos e desta vez ficou mais de três décimos do pole. Apesar de uma rodada na sua primeira tentativa no Q3, Alonso ainda conseguiu um tempo excepcional que o colocou bastante próximo das Ferraris, mas aparte os treinos de sexta-feira, as McLaren não andaram num ritmo próximo aos carros vermelhos, como diria Pedro de la Rosa.
Mesmo derrotado por Kimi hoje, Massa fez uma ótima volta em sua última tentativa e se estiver mesmo com o carro mais pesado estará numa ótima posição amanhã durante a corrida. Raikkonen foi o mais rápido na Q2 e teoricamente teria o direito de escolher a melhor estratégia na corrida. Contudo, isso não significa tão somente largar mais leve do que Felipe. E se o finlandês revolseu largar mais pesado amanhã? Saberemos amanhã.
Na segunda divisão, a BMW não foi tão bem como nos outros circuitos e mesmo colocando Kubica na quinta posição, Heidfeld foi apenas sétimo. O autor da façanha de separar os carros bávaros foi Nico Rosberg, numa ótima temporada no ex-parceiro da marca alemã, a Williams. Se Alonso for mesmo para a Renault em 2008, Rosberg deve ser o seu substituto na McLaren e se o alemão for mesmo para a equipe de Ron Dennis, deverá fazer uma dupla do barulho com Hamilton. Após longo e tenebroso inverno Mark Webber finalmente pôde entrar na Q3 e garantiu um oitavo posto para a equipe das bebidas enérgeticas. Como sempre David Coulthard foi mais lento que seu companheiro de equipe e largará apenas em décimo terceiro.
Mostrando que realmente a Toyota é fogo de palha, ou simplesmente treino ontem uma configuração de Classificação, Jarno trulli foi apenas o nono mais rápido. Distante da quinta posição de ontem, mas ainda bem à frente de Ralf Schumacher, o décimo segundo. Kovalainen não repetiu as boas performances anteriores na Classificação e hoje fechou o grupo dos que passaram para a Q3, mas ao menos superou novamente Fisichela, que já há muito tempo não sabe o que é largar entre os dez primeiros. Na Honda, Button destoou um pouco e não apenas conseguiu a décima quarta posição como colocou nada menos do que 1s sobre Rubens Barrichello, longe de ter um carro equilibrado e que terminou seu treino ainda na Q1.
Liuzzi se recuperou da péssima sexta-feira e conseguiu algo que raramente consegue: passar para a Q2. E de quebra, foi mais rápido do que Wurz! Outro piloto da Toro Rosso que surpreendeu foi Sebastian Vettel, mais rápido do que Rubens Barrichello, que tem quase a mesma idade do jovem alemão em termos de experiência de F1. Provando a evolução do novo carro, a Spyker conseguiu alcançar a Super Aguri e não dividirá a última fila do grid, com Sutil superando Davidson, deixando o inglês, que vinha bem nas últimas Classificações, ao lado do eterno último colocado Sakon Yamamoto.
Os quatro primeiros colocados colocaram uma diferença enorme sobre os dezoitos carros restantes no grid, mas a diferença entre os três primeiros foi de menos de um décimo. Isso num circuito de mais de sete quilometros! Quem destoou um pouco foi Hamilton, que após perder o acesso das informações conseguidas por Alonso durante o final de semana, vem perdendo o algo a mais para superar seus rivais mais diretos e desta vez ficou mais de três décimos do pole. Apesar de uma rodada na sua primeira tentativa no Q3, Alonso ainda conseguiu um tempo excepcional que o colocou bastante próximo das Ferraris, mas aparte os treinos de sexta-feira, as McLaren não andaram num ritmo próximo aos carros vermelhos, como diria Pedro de la Rosa.
Mesmo derrotado por Kimi hoje, Massa fez uma ótima volta em sua última tentativa e se estiver mesmo com o carro mais pesado estará numa ótima posição amanhã durante a corrida. Raikkonen foi o mais rápido na Q2 e teoricamente teria o direito de escolher a melhor estratégia na corrida. Contudo, isso não significa tão somente largar mais leve do que Felipe. E se o finlandês revolseu largar mais pesado amanhã? Saberemos amanhã.
Na segunda divisão, a BMW não foi tão bem como nos outros circuitos e mesmo colocando Kubica na quinta posição, Heidfeld foi apenas sétimo. O autor da façanha de separar os carros bávaros foi Nico Rosberg, numa ótima temporada no ex-parceiro da marca alemã, a Williams. Se Alonso for mesmo para a Renault em 2008, Rosberg deve ser o seu substituto na McLaren e se o alemão for mesmo para a equipe de Ron Dennis, deverá fazer uma dupla do barulho com Hamilton. Após longo e tenebroso inverno Mark Webber finalmente pôde entrar na Q3 e garantiu um oitavo posto para a equipe das bebidas enérgeticas. Como sempre David Coulthard foi mais lento que seu companheiro de equipe e largará apenas em décimo terceiro.
Mostrando que realmente a Toyota é fogo de palha, ou simplesmente treino ontem uma configuração de Classificação, Jarno trulli foi apenas o nono mais rápido. Distante da quinta posição de ontem, mas ainda bem à frente de Ralf Schumacher, o décimo segundo. Kovalainen não repetiu as boas performances anteriores na Classificação e hoje fechou o grupo dos que passaram para a Q3, mas ao menos superou novamente Fisichela, que já há muito tempo não sabe o que é largar entre os dez primeiros. Na Honda, Button destoou um pouco e não apenas conseguiu a décima quarta posição como colocou nada menos do que 1s sobre Rubens Barrichello, longe de ter um carro equilibrado e que terminou seu treino ainda na Q1.
Liuzzi se recuperou da péssima sexta-feira e conseguiu algo que raramente consegue: passar para a Q2. E de quebra, foi mais rápido do que Wurz! Outro piloto da Toro Rosso que surpreendeu foi Sebastian Vettel, mais rápido do que Rubens Barrichello, que tem quase a mesma idade do jovem alemão em termos de experiência de F1. Provando a evolução do novo carro, a Spyker conseguiu alcançar a Super Aguri e não dividirá a última fila do grid, com Sutil superando Davidson, deixando o inglês, que vinha bem nas últimas Classificações, ao lado do eterno último colocado Sakon Yamamoto.
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