segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Figura(ABU): Nico Rosberg

Muito da temporada de 2015 ter sido tão maçante passa pela temporada bem abaixo do que fez ano passado de Nico Rosberg. Tendo a Mercedes ainda dominando com ampla vantagem sobre os demais equipes, o que poderia salvar a temporada era outra disputa entre os pilotos da Mercedes, como aconteceu em 2014. Porém, Nico Rosberg pareceu ter sentido demais a perca do título para Hamilton e teve um ano de 2015 esquecível, onde foi amplamente dominado pelo companheiro de equipe em praticamente todos os quesitos, enquanto em certos momentos do campeonato, Vettel chegou a ficar em segundo lugar no Mundial de Pilotos, o que seria bastante embaraçoso para Rosberg, vide o carro que tem. Porém, desde Suzuka Nico Rosberg pareceu acordar de sua letargia e numa sequência impressionante, Nico conseguiu seis poles consecutivas e ontem, conseguiu sua terceira vitória seguida. Em Abu Dhabi, Nico teve uma corrida imperial, fazendo com que Hamilton tentasse uma estratégia diferente para tentar batê-lo, mas que a Mercedes, numa atitude um pouco conservadora demais, não deixou Lewis tentar. Rosberg venceu da mesma forma como fez algumas vezes em 2014, colocando Hamilton no bolso, demonstrando que o piloto que quase tirou o título do inglês no ano passado ainda está vivo e que pode ressurgir em 2016. É algo que, mantendo o domínio da Mercedes, todos esperam no ano que vem.

Figurão(ABU): Williams

Quando a Williams dominava a F1, o calcanhar-de-Aquiles da equipe era justamente os pit-stops e as estratégias. Quem não se lembra de Schumacher batendo os invencíveis Williams unicamente na base da estratégia? Passados quase vinte anos, eis que a Williams ainda não aprendeu a lição, mesmo que boa parte da equipe gloriosa dos anos 90 não esteja mais presente. Em Abu Dhabi, a Williams deu um show de incompetência nos pit-stops, culminando na desastrada saída de Valtteri Bottas da sua parada, que quase provocou um grave acidente dentro dos boxes, quando o finlandês tocou na McLaren de Jenson Button. Claro que isso provocou uma punição à Bottas e estragou a corrida do piloto, que ainda lutava pelo quarto lugar do campeonato de pilotos. Porém, outro fator que faz a Williams entrar nessa parte da coluna é lembrar onde a equipe estava um ano atrás. Em 2014, Massa colocou uma ligeira pressão em Hamilton na luta pela vitória em Abu Dhabi, enquanto Bottas completava o pódio. Eram dois pilotos da Williams em Abu Dhabi no ano passado. Trezentos e sessenta e cinco dias depois, Felipe Massa largou em oitavo e numa disputa com vários carros ao seu redor durante toda a prova, o brasileiro terminou a corrida em... oitavo, enquanto Bottas teve sua corrida estragada pela própria Williams, após Valtteri ter largado mal. Isso demonstra o passo atrás dado pela equipe de Frank e Claire Williams. Se começou 2015 pensando em conseguir beliscar uma vitória em algum vacilo da Mercedes, a Williams terminou a temporada brigando para ser a terceira força do ano. E não conseguindo! 

domingo, 29 de novembro de 2015

Esperança

A corrida em Abu Dhabi foi dentro da média do histórico de corridas ruins na pista asiática. Basta destacar que os três primeiros no grid terminaram nas mesmas posição na bandeirada, com boa diferença entre eles. Porém, a corrida de hoje, a última dessa insossa temporada de 2015, deu esperanças de um 2016 melhor. Nico Rosberg venceu pela terceira vez consecutiva, após conquistar seis poles seguidas, ficando perto de igualar gente como Schumacher e Senna na história da F1. Hamilton chegou em segundo, mas tentou fazer algo diferente para sobressair frente ao companheiro de equipe, mesmo que no final o inglês acabasse errando na estratégia. Raikkonen fez uma corrida anônima em terceiro, mas a forma tranquila como Vettel saiu de 15º para quarto mostra que a Ferrari deverá vir forte no ano que vem e, quem sabe, ameaçar esse reinado absoluto da Mercedes.

As duas corridas latino americanas foram tão ruins, que mesmo uma corrida dentro da normalidade em Abu Dhabi foi bem mais animada do que nos circuitos míticos de Hermanos Rodríguez e Interlagos. Houve muitas disputas no pelotão intermediário, com direito a muitas ultrapassagens e alguns pequenos toques entre os envolvidos. Lá na frente, Nico Rosberg parece ter aprendido a lição e largou maravilhosamente bem, enquanto Hamilton só ficou em segundo devido à falta de ambição dos pilotos da segunda fila. Melhor com os pneus supermacios, Rosberg abriu mais de 6s antes de Hamilton, mais rápido com os pneus macios, recortar a desvantagem para 1s. Aí começou o momento mais interessante da corrida e que pode apimentar novamente o clima nos boxes da Mercedes. Hamilton reclamou bastante da estratégia engessada da Mercedes no México e em São Paulo e por isso, resolveu mudar sua estratégia, ficando mais tempo na pista. Aparentemente, a Mercedes não concordou muito com a ideia de Hamilton, enquanto o inglês ficou na pista até faltarem pouco mais de dez voltas e ter até mesmo flertado em não parar mais. Para alcançar Rosberg na voltas finais, o normal seria que a Mercedes colocasse os pneus supermacios no carro de Hamilton, mas eis que... Lewis saiu dos boxes com pneus macios, mais do que insuficientes para uma tentativa de tomar a primeira posição de Rosberg, que venceu até mesmo de forma tranquila. Esse fato pode representar duas coisas. Primeiro, finalmente Nico Rosberg acordou de sua letargia em 2015 e com uma pilotagem muito forte nas últimas corridas, lembrou o piloto que quase tirou o título de Hamilton em 2014. Outra coisa é que Hamilton não parece estar tão relaxado assim e tentará de tudo para vencer o seu companheiro de equipe quando estiver numa situação inferiorizada. Contudo, Lewis viu que nesses momentos terá que ir contra a sua própria equipe, que, na minha visão, protegeu Rosberg ao não colocar os pneus supermacios no rápido último stint nos Emirados Árabes Unidos. O campeonato de 2015 não deixará muitas saudades para quem não estava de Mercedes ou se chama Lewis Hamilton, mas se 2016 voltar a ver Rosberg forte e algumas das polêmicas vistas no ano passado, talvez possamos ver um campeonato forte e competitivo.

Principalmente se a Ferrari continuar sua curva ascendente e ameaçar mais vezes a Mercedes. Hoje a equipe italiana fez um feijão com arroz sem muito tempero na corrida de Raikkonen, que largou em terceiro e terminou em terceiro. Faltou um pouco de ambição para Kimi na primeira curva, mas o finlandês, ainda tentando a quarta posição no Mundial de Pilotos, meio que sabia que o terceiro lugar estava assegurado, pois Vettel estava muito atrás. O alemão se arriscou na largada num toque com Alonso e Ericsson na primeira curva, mas depois Seb fez uma corrida forte de recuperação, começando a corrida com os pneus macios e esticando sua primeira parada. O alemão rapidamente chegou ao pelotão intermediário e nas últimas voltas, colocou os pneus supermacios, algo que a Mercedes se negou à Hamilton. Vettel rapidamente ultrapassou Ricciardo e Pérez para terminar num ótimo quarto lugar e garantir a melhor posição possível, vide da onde Vettel largou. Sergio Pérez fez sua melhor corrida do ano e mesmo ficando duas posições aquém do seu melhor resultado de 2015, o mexicano andou forte o final de semana inteiro, largou em quarto e só perdeu a posição para Vettel por que o alemão tem um carro superior ao seu e por Seb estar melhor 'calçado'. Pérez terminou 2015 em alta, superando com facilidade o badalado Hulkenberg. O alemão já merece um melhor carro faz tempo, mas desde a sua vitória em Le Mans, Hulk passou a ser superado por Pérez com alguma constância, algo que nunca havia acontecido antes. O WEC é um ótimo campeonato, na minha opinião, a única categoria que pode bater no peito e dizer que está no seu auge, ao contrário da grande maioria das categorias no mundo de esporte a motor, mas a vitória de Hulkenberg em Le Mans, principal corrida do WEC, mostra que a F1 ainda tem os melhores pilotos. Hulkenberg, superado dentro de sua própria equipe na F1, foi lá em Sarthe e venceu. A Red Bull terminou seu ano de sofrimento com Ricciardo fazendo uma boa prova chegando próximo de Pérez, que tem um motor bem melhor do que o seu, enquanto Kvyat caiu para décimo na última volta, ao ser ultrapassado por Grosjean. Falando em motor, ainda resta saber com qual motor a Red Bull vai correr em 2016, já que se garantiu no grid ano que vem. Apesar da crise de gestão da F1, foi a própria Red Bull que se meteu no buraco onde está enfiada agora e sem nenhuma montadora em vista (talvez a VW), dificilmente a trupe de Christian Horner e cia volte aos bons tempos em curto prazo.

Outra equipe que finalizou em baixa 2015 foi a Williams. Se no ano passado a equipe colocou dois pilotos no pódio em Abu Dhabi e Massa teve uma ligeira chance de vencer, hoje a Williams teve que se conformar com a oitava posição de Massa, a mesma em que o brasileiro largou, enquanto Bottas teve uma corrida conturbada e ficou longe de pontuar. O que chama atenção é o péssimo trabalho de boxes da Williams, seja nos pit-stops, seja na estratégia. A Williams passa a sensação de sempre trazer seus pilotos na hora errada e os pit-stops estão longe de serem os mais rápidos, culminando com a desastrada saída de Bottas, que foi liberado de forma errada, bateu na McLaren de Button, o que poderia ocasionar um acidente grave dentro dos pits, e a consequente punição do finlandês. A Lotus deve ter feito sua última corrida na F1 com Grosjean terminando nos pontos após o francês fazer uma corrida de recuperação, onde o piloto da Lotus fez bonitas ultrapassagens nos final quando colocou pneus supermacios, por causa de sua estratégia diferente dos demais. Foi uma corrida de despedida, pois Grosjean irá para o novo projeto da Hass e a Lotus deverá se chamar Renault em 2016. Pena que o novo projeto terá como testa de ferro um piloto limitado, ao meu ver intelectualmente também, como Pastor Maldonado. O venezuelano chama tanto acidente, que até quando não tem culpa se envolve num acidente, atingido hoje por Fernando Alonso na primeira curva, e Pastor acabou sendo o único abandono do dia. A Toro Rosso viu Max Verstappen dar seu show habitual de sempre, mas dessa vez o holandês não foi tão eficaz e acabou atrás de Carlos Sainz. A McLaren-Honda, numa pista travada, fez uma prova decente, com Button chegando na frente da Sauber, até mesmo fazendo ultrapassagens no final da reta. Uma evolução, sem dúvida, mas o enfado de Fernando Alonso, que quase desistiu da corrida por estar muito atrás, mostra bem o quão mal está a McLaren. Sem dinheiro para desenvolvimento, a Sauber terminou como a penúltima força do pelotão, mas bem à frente da Manor.

E assim terminou a temporada 2015. Ao menos não teve uma corrida tão ruim como as duas últimas, mas o resultado foi praticamente o mesmo. Houve brigas no pelotão intermediário, enquanto a Mercedes tentava segurar o ímpeto dos seus pilotos, enquanto que nós, fãs, queríamos mesmo era que Lewis Hamilton e Nico Rosberg corressem sem rédeas, cada um tentando superar o outro. Assim como queremos que outras moças, como a de hoje, vá receber a taça para a Mercedes. Fica essa esperança para 2016.

sábado, 28 de novembro de 2015

Mega Sena

Muito do campeonato de 2015 ter sido tão modorrento foi por causa do desempenho abaixo do ano passado de Nico Rosberg. O alemão não tem a mesma velocidade de Lewis Hamilton, mas mostrou ser capaz de incomodar, e muito, o seu companheiro de equipe na Mercedes, equipe dominante no momento. Por algum motivo que vai de novos ajustes do carro Mercedes a um natural relaxamento de Hamilton após o título consolidado, Nico Rosberg começou uma incrível sequência que faz lembrar seus bons momentos no ano passado e hoje, o alemão da Mercedes conseguiu sua sexta pole consecutiva, com uma boa margem para Hamilton. E isso, com Rosberg utilizando um motor mais velho e com mais quilometragem do que o companheiro!

O treino teve como surpresa a falha estratégica da Ferrari no Q1, que deixou Vettel nos boxes com pneus macios, enquanto os demais dezessete pilotos (as Mercedes se garantiram com os pneus que estivessem a disposição...) estavam com pneus supermacios na pista. O resultado foi uma surpreendente eliminação do alemão, que largará bem mais atrás do que o normal, abrindo caminho para uma fácil dobradinha da Mercedes no domingo. Raikkonen ainda salvou a honra da Ferrari com uma terceira colocação, um pouco à frente do também surpreendente Sergio Pérez, num ótimo final de semana com a Force India. A McLaren conseguiu um bom resultado com Button em 12º. Hoje em dia, 12º é ótimo para a McLaren...

No Q3, mesmo com Hamilton tendo a disposição um motor mais evoluído e com menos quilômetros, Rosberg meteu quatro décimos em Lewis, garantindo a sua sexta pole consecutiva, um resultado que demonstra que Nico parece ter acordado de uma profunda letargia. Se vencer amanhã, Nico Rosberg poderá começar 2016 mais motivado e com chances de igualar o campeonato de 2014, que mesmo com o domínio avassalador da Mercedes, foi bem mais animado do que o desse ano. 

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Volta por cima

Americanos adoram ler e assistir histórias de grandes viradas, de uma grande volta por cima dado por um determinado personagem. Em 2015, a Nascar proporcionou uma dessas histórias com o inesperado título de Kyle Busch neste domingo. Considerado uma das grandes revelações desse século nas pistas americanas, mas também dono de uma personalidade controversa, Kyle Busch começou o ano da pior forma possível, ao quebrar uma perna e um pé após fortíssimo acidente numa corrida da Xfinity Series em Daytona. Já contando com 30 anos de idade e já sendo considerado uma eterna promessa, parecia que Kyle não calaria a boca dos seus muitos críticos em 2015. Parecia. Num retorno espetacular, Kyle Busch conseguiu seu primeiro título na Nascar Sprint Cup com a vitória de ontem em Homestead, lavando a alma dos seus muitos fãs, além de colocar um definitivo cala boca em seus muitos críticos.

Kyle Busch está longe de ser considerado um piloto popular na Nascar e sua ficha corrida em acidentes propositais, brigas após corridas e desafetos é enorme. Assim como também é enorme o talento desse piloto que começou muito jovem na Nascar, à sombra do seu irmão mais velho Kurt Busch, campeão da Nascar em 2004. Porém, o psicológico de Kyle sempre o atrapalhou nos momentos decisivos, principalmente com a aberração dos Play-Offs da Nascar. Em 2009, Kyle foi o melhor piloto da Sprint Cup, venceu oito provas, mas nas dez corridas finais, 'Buschinho', como é conhecido por aqui, acabou sucumbindo à pressão e foi derrotado por Jimmie Johnson. O tempo foi passando e a necessária maturidade parecia nunca vir para Kyle, enquanto outros pilotos de sua geração, como Brad Keselowski, já tinham um título para contar.

Piloto principal da Joe Gibbs, Kyle começou 2015 da pior forma possível. Busch sempre correu na Xfinity Series, a segunda divisão da Nascar, se tornando, inclusive, o piloto com maior número de vitórias da história do campeonato. Em Daytona, primeira etapa do ano, Kyle se envolveu num fortíssimo acidente nas últimas voltas, quando seu carro se espatifou num muro sem 'soft-wall'. O resultado foi uma perna quebrada e um pé fraturado. E vários meses longe da pista. O sonho do primeiro título parecia adiado, mas ainda em maio Kyle Busch voltou às pistas e sua recuperação foi relâmpago, vencendo quatro corridas em cinco, garantindo uma vaga no famigerado Play-Off da Nascar, a cada ano mais apapagaiado. Antigo fantasma de Busch, essa fase não o amedrontou e na base da regularidade, o piloto da Gibbs chegou à última etapa entre os quatro que correriam pelo título. Lenda viva da Nascar e se despedindo das pistas, Jeff Gordon não tinha muitas chances, o mesmo ocorrendo com Martin Truex Jr. O grande rival de Busch seria mesmo Kevin Harvick, atual campeão da Sprint Cup. 

Logo na definição do grid, Kyle Busch deu seu recado ao ser o melhor colocado entre os quatro postulantes ao ser terceiro no grid. Durante a corrida, que foi atrasada pela chuva, Kyle Busch sempre andou no top-5, marcando Harvick em cima. Na última bandeira amarela (bem mandrake, por sinal...), Kyle Busch estava em segundo, com Harvick em quarto. Os dois relargaram muito bem e tomaram as duas primeiras posições, mas Harvick acabou cometendo um pequeno erro que deu a tranquilidade necessária para Kyle Busch vencer e se tornar campeão pela primeira vez da Sprint Cup, formando com seu irmão Kurt outra dupla de irmãos campeões da Nascar.

No dia em que Jeff Gordon se aposentou, Kyle Busch tem o talento suficiente para se tornar, quem sabe, um multi-campeão no futuro. Afinal, a maturidade, após uma temporada dura, finalmente pareceu ter chegado. 

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Fim de uma era

Após dezesseis anos de uma casamento glorioso, em todo tipo de terreno, Sebastien Loeb e Citröen não são mais contratado e contratante. Ainda em 1999 Loeb entrou na equipe Citröen, que se movimentava para voltar ao WRC como equipe oficial e logo o jovem francês começou a se destacar a ponto de, quando a Citröen contratou os badalados Carlos Sainz e Colin McRae em 2003, foi Loeb que liderou a equipe francesa contra a Subaru de Petter Solberg. Loeb foi derrotado pelo simpático norueguês na ocasião, mas essa seria a última. Pelos próximos nove anos, Loeb dominou o o WRC de uma forma nunca antes vista, se tornando, sem muita dúvida, o maior piloto da história do WRC e uma lenda do esporte a motor, criando até algumas dúvidas do que Loeb poderia fazer em outras categorias, como a F1. O último título de Loeb em 2012 foi uma espécia de turning point para a Citröen. De dominante, a montadora francesa passou a ser dominada pela VW e, o que é pior, pelo o que seria o sucessor de Loeb, Sebastien Ogier. Por sinal, Loeb e Ogier não tiveram as melhores das relações quando compartilharam o mesmo teto.

Loeb saiu do WRC para o WTCC, com a Citröen se tornando a equipe dominadora do Campeonato Mundial de Turismo, mas Loeb, mesmo conseguindo algumas vitórias, ficou sempre à sombra dos seus dois companheiros de equipe, Pechito López e Yvan Müller. Com a Citröen diminuindo seus investimentos no esporte a motor (inclusive uma segunda saída do WRC), Loeb saiu pela porta da frente da Citröen, agora se tornando piloto da Peugeot no novo projeto no Rally Dakar. Foi uma carreira impressionante, com uma incrível pitada de lealdade entre Sebastien Loeb e Citröen, mas que acabou no dia de hoje.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Figura(BRA): Fernando Alonso

Esse insosso Grande Prêmio do Brasil de 2015 ficará marcado pela zoeira. Para entrar no clima, Fernando Alonso merece estar nessa parte da coluna, da mesma forma como subiu a um pódio fake com Jenson Button no sábado: só para zoar. E se uma imagem vale mais do que mil palavras, a foto abaixo é bem explicativa por Alonso estar aqui.