terça-feira, 7 de outubro de 2014

Panca da semana

Além de não querer brincar de pega-pega com a FIA/FOM sobre o vídeo gravado da arquibancada de Suzuka do acidente de Jules Bianchi, essa coluna não colocaria o impressionante acidente do francês. Num final de semana trágico para a F1, mostrarei um acidente num rally na Itália. Sem feridos.


segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Possível trauma

Antigamente, a F1 tinha tantos acidentes graves e mortes, que os pilotos viam nisso quase que algo inerente ao seu trabalho. Felizmente, esses tempos passaram, mas os pilotos atuais não estão tão acostumados com a morte ou quase isso nas pistas. Adrian Sutil, que viu de perto as fortes cenas do acidente de Jules Bianchi, definitivamente nunca esquecerá deste domingo e essa foto ilustra bem o seu estado.

Quarenta anos do bi

Em meio a um período tenso da F1, o Brasil celebra uma marca histórica: os 40 anos do bicampeonato de Emerson Fittipaldi. 

Após dois anos de sucesso com a Lotus, Emerson Fittipaldi se viu em dificuldades em renovar seu contrato com a equipe no final de 1973. Colin Chapman acreditava piamente que Emerson não teria coragem em sair da Lotus, melhor equipe da época e que lhe dera a primeira oportunidade na F1. Além do mais, Chapman tinha contratado Ronnie Peterson no início de 1973 e o sueco, com seu estilo espetacular, tinha cativado a Lotus e toda a F1 com suas primeiras vitórias na categoria. Antes do Grande Prêmio da Itália, Chapman diz a Emerson que Peterson lhe cederia a posição para que ele tivesse chances matemáticas para impedir o tricampeonato de Jackie Stewart durante a prova. Stewart tem problemas no começo da prova em Monza e a Lotus dominava a corrida, mas com Peterson à frente. Lembrando do que Chapman disse antes da corrida, Fittipaldi apenas comboiou Peterson esperando pelo sinal de troca de posições. Que nunca veio. Peterson venceu e para colocar mais sal na ferida, Stewart estava em quinto lugar no final de uma grande corrida de recuperação e com Emerson em segundo, o escocês precisava apenas de mais uma posição para ser campeão em Monza. Seu companheiro de equipe na Tyrrell François Cevert estava em quarto e cedeu a posição para Stewart conseguir os pontos necessários para sair de Monza como o mais novo tricampeão da F1. Na Quatro Rodas de outubro de 1973, há uma foto de Emerson Fittipaldi contornando a Parabolica com a legenda: Emerson não pilotará mais esse carro. A não troca de posição entre os pilotos da Lotus gerou muita revolta no Brasil. Irônico, não?

Com algumas propostas na mesa, Emerson Fittipaldi escolheu a McLaren. Com a aposentadoria de Stewart e a vinda do patrocínio da Marlboro para a McLaren, o brasileiro passaria a ser o piloto mais bem pago da F1, mas a escolha pela McLaren foi polêmica, pois o time comandado por Teddy Mayer nunca tinha sido campeão na F1, mesmo já sendo considerado uma equipe de ponta na época. No Brasil, era esperado que Emerson escolhesse a Ferrari e ninguém entendeu muito bem a escolha pela McLaren. Na Europa, esperava-se que Emerson Fittipaldi provasse que o título em 1972 tinha sido muito na conta da força da equipe Lotus e que o brasileiro, mesmo com todas as suas qualidades, teria que se conformar com o seu único título e o bom dinheiro que ganharia da Marlboro, que iniciava uma parceria de 22 anos com a McLaren.

Emerson mostrou a que veio em Interlagos, segunda corrida do ano, e ele deu uma resposta à torcida brasileira (a escolha da McLaren não era nenhum devaneio) e à crítica européia (ele era uma das grandes estrelas da F1 na época) e venceu em Interlagos após derrotar a Lotus de Ronnie Peterson num luta encarniçada em São Paulo. Porém, o M23 não era tão bom quanto o Lotus 72. E a concorrência seria fortíssima, principalmente vindo da Ferrari. O time italiano tentou Emerson Fittipaldi para 1974, pois iniciava uma grande reestruturação naquele ano, orquestrada pelo jovem diretor Luca di Montezemolo. Sem Fittipaldi, Montezemolo trouxe de volta para a Ferrari Regazzoni, que indiciou o jovem austríaco Niki Lauda como segundo piloto, mas que surpreenderia ao volante da Ferrari. Mesmo com a aposentadoria de Stewart e a trágica morte de Cevert, a Tyrrell se mantinha forte com um agora mais domesticado Jody Scheckter. Ainda havia a força da Lotus, com Ronnie Peterson dando o seu usual show, e da Brabham, principalmente com Carlos Reutemann, mas com o Lotus 72 se mostrando antiquado em sua quinta temporada seguida e Reutemann sofrendo com a confiabilidade do Brabham e de sua própria irregularidade, a briga pelo título ficou restrita entre Emerson Fittipaldi, Clay Regazzoni, Niki Lauda e Jody Scheckter numa temporada espetacular e extremamente equilibrada.

Emerson Fittipaldi foi o dono do começo da temporada, liderando após a quinta etapa na Bélgica, com uma vitória apertada em cima de Niki Lauda. Então, a Ferrari começou a mostrar sua força e Lauda iniciou uma incrível série de oito poles, que foi recorde por muito tempo. O austríaco mostrava uma velocidade surpreendente, mas Lauda sofria com a falta de experiência e de sorte, só conseguindo duas vitórias nesse período. Regazzoni, ao contrário do seu estilo agressivo nas pistas, mostrava muita cabeça e fazia uma campeonato na base da regularidade, ganhando muitos pontos, o mesmo fazendo o antigo 'troglodita' Scheckter. Na penúltima etapa do ano, no Canadá, os quatro lideravam a corrida e chegariam praticamente empatados para a corrida derradeira em Watkins Glen, quando Lauda, que liderava, rodou sozinho e abandonou a corrida e a luta pelo título. Com Scheckter perdendo rendimento, a vitória ficou com Emerson Fittipaldi, que se aproveitou de uma invenção mambembe da McLaren, com os pneus sendo aquecidos por cobertores do hotel antes da largada no gélido Mosport Park.

Antes da corrida em Glen, Regazzoni sofreu um acidente num teste e machucou a perna. Emerson tinha muito receio para essa última corrida, principalmente pelo fato do mítico circuito americano não combinar muito com o seu carro. Rega e Emmo estavam empatados em pontos. Scheckter tinha chances matemática, mas eram apenas matemáticas mesmo, principalmente com a boa forma da Brabham em Glen, com Reutemann ficando com a pole e dominando inteiramente a prova. Nervoso e sem dormir, Emerson Fittipaldi resolveu dar uma olhada para o seu companheiro de fila no grid, Regazzoni. O brasileiro encarou o piloto da Ferrari e percebeu que Clay estava tão o mais nervoso que ele. Ainda nas primeiras voltas, Emerson emparelhou com a Ferrari de Regazzoni e sabendo que o suíço era osso duro de roer, partiu com tudo e apesar das fechadas de Clay, conseguiu ganhar a posição e partir para o bicampeonato. Regazzoni tem problemas com sua Ferrari e chega várias voltas atrasado. Scheckter abandonaria no meio da prova e Emerson, com um quarto lugar, se tornou bicampeão mundial de F1.

Logo após os festejos, Emerson sentiu o lado negro da F1 da época quando soube da morte de Helmut Koinigg no começo da corrida, num acidente horrendo. Fittipaldi calava a boca de muitos críticos nos dois lados do Oceano Atlântico e se tornava a principal estrela da F1 na época. Se em 1972 o título veio com relativa facilidade, em 1974 o campeonato foi disputado ponto a ponto contra adversários que se mostrariam ainda mais fortes nos anos seguintes. Aos 27 anos, Emerson Fittipaldi parecia que bateria todos os recordes da F1, mas o destino não quis assim e a história, como bem sabemos, foi bem diferente. 

domingo, 5 de outubro de 2014

Que pena...

Hoje, definitivamente, não está fácil. Constantemente conectado para saber notícias de Jules Bianchi, eis que surge uma notícia que ninguém quer ouvir, mesmo que não envolva o jovem francês. Aos 55 anos de idade, Andrea de Cesaris faleceu perto de Roma. Andrea não teve recordes muito abonadores na F1, como o fato de ser o piloto com o maior número de corridas sem ter uma vitória, ou o recorde de chassis destruídos quando fez sua primeira temporada completa na F1 em 1981, pela McLaren. Porém, era inegável a velocidade desse italiano que passou 14 anos na F1 e também conquistou alguns pódios e vários fãs, pelo seu carisma e sua fama de indestrutível, pois mesmo contando inúmeros acidentes, alguns assustadores, De Cesaris nunca se machucou gravemente. Quando a palavra 'mito' passou a ser dado a pilotos 'lado B', Andrea de Cesaris passou a ter essa acunha junto ao seu nome. Num dia dramático para a F1, a categoria foi abalada pela morte de um dos seus pilotos mais populares em todos os tempos. De Cesaris, infelizmente, provou que sua invencibilidade perante à acidentes só funcionava com quatro rodas, pois o italiano encontrou seu destino numa moto. Uma verdadeira pena...  

Drama e apreensão

Emitir uma opinião sobre o que aconteceu num momento desse é bastante complicado. Falar da corrida, como muito bem disse após a corrida o terceiro colocado Sebastian Vettel, é totalmente secundário. Agora, só podemos torcer por Jules Bianchi!

sábado, 4 de outubro de 2014

La Bomba

A saída de Fernando Alonso da Ferrari já vendo sendo noticiada faz tempo, era apenas uma questão de 'quando', não de 'se'. Para o seu lugar na scuderia, Jules Bianchi já estava dando entrevista e o francês se dizia pronto. A lógica era essa. Porém, o mundo da F1 foi chacoalhado pelo anúncio da Red Bull de que Sebastian Vettel não irá correr mais para eles em 2015, sendo substituído pelo russo Daniil Kvyat. Ainda falta um anúncio oficial, mas tudo leva a crer que Vettel irá para o lugar de Alonso no próximo ano, com o espanhol se transferindo para a McLaren-Honda.

Quando foi perguntado nesses últimos sete anos sobre seu relacionamento com Lewis Hamilton após o ano turbulento em que passaram juntos na McLaren, Alonso cansou de dizer que não tinha nada contra o inglês e que o problema era com a alta direção da McLaren em 2007. Para bom entendedor, com Ron Dennis. O veterano chefe de equipe saiu e voltou da McLaren prometendo levar à sua equipe de volta aos bons tempos, junto com a Honda, icônica parceira dos melhores tempos da McLaren na F1. Com muito dinheiro para investir, a Honda pediu uma estrela. Mesmo campeão mundial, Jenson Button não tem o carisma das grandes estrelas e sua carreira já dá sinais de que o casamento com Jessica Mishibata se aproxima, já que Button disse que só se casaria quando se aposentasse da F1. Mas quem Dennis traria para debaixo de sua asa? Olhando para o mercado de pilotos, a única estrela disponível seria o antigo desafeto Fernando Alonso, cansado das promessas não-cumpridas da Ferrari. Voltando para os idos de 2008 e 2009, Alonso não escondia que seu sonho era correr pela Ferrari, indicando claramente uma forçada de barra para correr com os italianos e emular o desempenho de Michael Schumacher nos anos 90, se tornando um campeão em série.

Rapidamente Alonso tomou a Ferrari de conta, deixando um convalescente Felipe Massa como coadjuvante de luxo, mas o espanhol deu o azar de chegar na Ferrari bem no momento do domínio arrasador da Red Bull e de Sebastian Vettel. Alonso ainda brigou pelo título em 2010 e 2012, mas foi derrotado pelo alemão. A Ferrari teimava em prometer o título no começo de cada ano, mas não produzia um carro para tal. Alonso tirava a diferença no braço, mas sua paciência, vendo o tempo passando e seu bicampeonato ficando cada vez mais para trás, ia se esgotando. O ápice desse descontentamento foi o carro da Ferrari desse ano, juntamente com o motor, que faz Alonso usar todo o seu talento para lutar, se muito, por um lugar mais baixo no pódio. Mesmo orgulhoso, Alonso se viu sem muita saída a não ser aceitar o caminhão de dinheiro da Honda oferecido por Ron Dennis e rezar para que os japoneses acertem a mão rapidamente. Mesmo tendo Dennis como chefe novamente, resta à Alonso saber que, desta vez, dificilmente não será o piloto número 1 da equipe, pois se Kevin Magnussen é um ótimo piloto, não é um fenômeno como foi e é Lewis Hamilton. Além do mais, Alonso, que de besta não tem nada, deve ter colocado algumas cláusulas em seu contrato para ser considerado uma prima-donna dentro da McLaren. Contudo, já contanto com 33 anos, Alonso não poderá esperar muito para conseguir seu tricampeonato. Somente um milagre poderá fazer com que a Honda produza um motor tão forte como a Mercedes logo em seu primeiro ano, além do que, a Mercedes não estará parada no seu desenvolvimento apenas para deixar o campeonato mais animado no próximo ano. 

Sem o talento de Alonso, que surpreendentemente colocou Kimi Raikkonen no bolso com extrema facilidade, a Ferrari corria o sério risco de começar sua reestruturação sem uma liderança técnica, já que Kimi demonstrou mais de uma vez que não é essa pessoa e nem tem essa motivação. Trazer Jules Bianchi seria pensar no futuro, mas a Ferrari sofreria sem ter um nome pesado no seu cockpit nos próximos anos. Com Alonso provavelmente indo para a McLaren, Button poderia ser um candidato natural, mas provavelmente a Ferrari teve o mesmo olhar da Honda para o inglês. Então olhou para o boxe da Red Bull e viu um Sebastian Vettel sendo destroçado por Daniel Ricciardo de forma surpreendente. O tetracampeão mundial estava acabrunhado. Quem sabe uma nova motivação não faria bem à Vettel? Que tal tocar num ponto fraco do alemão: Ei Vettel, quem saber você não seria um novo Michael Schumacher com a gente? E a Ferrari foi encantando o alemão a ponto de convencê-lo a sair de sua zona de conforto na Red Bull, onde está desde os 14 anos, para encarar o desafio de levantar a Ferrari como o ídolo de Vettel, Schumacher, fez há quase vinte anos atrás. Vettel é muitas vezes acusado de ter enfileirado seus títulos devido ao grande carro que Adryan Newey construiu para o seu estilo agressivo. Sem Newey, sem seu mentor Helmut Marko e sem a marca que o levou à F1, Vettel terá um baita desafio pela frente em levantar a Ferrari. O relacionamento entre Vettel e Kimi é ótimo, a ponto do finlandês ter afirmado certa vez que o alemão é seu único amigo na F1.

Já a Red Bull, que iniciou todo esse terremoto quando anunciou que Vettel estava fora, apostará mais uma vez em seu celeiro de talentos, trazendo Kvyat para ser companheiro de equipe de Ricciardo. O australiano mostrou um incrível talento nessa sua primeira temporada numa equipe de ponta, mas a partir do próximo ano, ele será a referência, o primeiro piloto, a esperança da Red Bull em voltar aos bons tempos, o que indicará um novo desafio à Ricciardo. Quando Daniel foi escolhido pela Red Bull em seu lugar, Jean-Eric Vergne não escondeu seu descontentamento por achar que tem talento igual ou superior ao seu antigo companheiro de equipe na Toro Rosso. Para maior desconsolo do francês, Vergne vê seu segundo companheiro de equipe ser efetivado para a Red Bull, enquanto ele procura uma equipe para o próximo ano. Kvyat mostrou rapidez na pista, mas essa rapidez em galgar posições na carreira impressiona e pode atrapalha-lo. Andar na Toro Rosso, onde está aprendendo e erros são mais tolerados, é bem diferente de correr numa Red Bull querendo voltar aos tempos vitoriosos de outrora, sendo que a equipe já não terá Newey de forma tão ativa. Christian Horner terá que rebolar para manter a Red Bull, dez anos atrás uma equipe simpática e excêntrica, numa equipe forte de ponta e respeitada.

Isso é o que temos para Suzuka, mas quem disse que não pode mudar? A briga dentro da Mercedes ainda é imprevisível e outro incidente entre Nico Rosberg e Lewis Hamilton, que ainda não renovou seu contrato, poderá acontecer e um deles poderá ficar disponível no mercado. A possibilidade de um terceiro carro por equipe no próximo ano vem sendo cada vez mais falada, ainda mais com a cada vez mais provável saída da Caterham. Muita coisa pode acontecer, mas mantendo-se a lógica, a Mercedes virá ainda mais forte em 2015, trazendo consigo a Williams. Com Ferrari, Red Bull e McLaren passando por uma importante fase de transição, as sólidas Mercedes e Williams tendem a se manter como dominadores na próxima temporada, mas tudo ainda dependerá de estabilidade nas próximas semanas. E nenhum toque ou confusão até lá. 

Ecos da bomba

Se não fosse o tufão, ou o super-tufão, a Mercedes ganharia o Grande Prêmio do Japão com o pé nas costas, restando apenas saber quem seria se o vencedor seria Rosberg, o pole, ou Hamilton. Porém, com ventos de até 240 km/h, o Phanfone deverá chegar ao Japão neste domingo e a largada deverá ser dada com chuva, quiçá uma tempestade, ameaçando até mesmo a realização da corrida.

Com piso seco e até mesmo sol, o treino de classificação viu um passeio da Mercedes, com Nico Rosberg mostrando que mesmo perdendo a liderança do campeonato na prova passada, seu ponto forte, o psicológico, está intacto e meteu tempo num embalado Hamilton, sendo que o inglês teve um incidente no final do terceiro treino livre e com certeza atrapalhou o acerto do carro de Lewis. 

Contudo, as notícias desse sábado em Suzuka fez com que os olhos saíssem da animada disputa da Mercedes e se voltassem para os boxes de Ferrari, Red Bull e McLaren, no olho do tufão das novidades que virão em 2015. Vettel, usando um capacete vermelho (mensagem subliminar?), ficou longe de Ricciardo, como foi usual esse ano, mas segundo informações, a Red Bull já treinou com acerto para a esperada chuva de amanhã. Alonso mostrou à Ferrari o quão importante é sua pilotagem e novamente colocou muito tempo sobre Raikkonen, ficando à frente de sua provável futura equipe, a McLaren, que foi ao Q3 com seus dois pilotos, mas ainda é a terceira força dos motores Mercedes, atrás da sólida Williams, que dominará a segunda fila, mas está longe da agitação que foi hoje.

Amanhã, se houver corrida, a Mercedes deverá ter um pouco mais de dificuldades para exercer seu domínio com piso seco. Hamilton se mostrou melhor do que Rosberg com pista molhada, mas largando na pole, o alemão deverá ter visão livre nas primeiras voltas e até mesmo ter a sorte de, não tendo condições de ser dada bandeira verde, a corrida ter sua largada atrás do safety-car e terminar assim depois de algum tempo, da mesma forma que ocorreu em Fuji no Mundial de Endurance no ano passado.