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O presidente da FIA Max Mosley também estava preocupado e durante o final de semana para o Grande Prêmio do Japão lançou uma série de medidas que mudariam a cara da F1 a partir de 2003. Algumas medidas eram bem plausíveis. Outras nem tanto. A mais exótica era que os pilotos andariam por carros diferentes ao longo do ano, acabando com o vínculo dos pilotos com suas respectivas equipes. "Seria interessante ver o que Michael Schumacher faria numa Minardi," era o que dizia Mosley sobre sua tese. Essa idéia foi totalmente rechaçada e ridicularizada. Porém, algumas idéias não foram.
Como era de se esperar, Michael conseguiu mais uma pole com uma confortável margem em cima de Rubens Barrichello. Quem vinha chamando a atenção era Takuma Sato. Correndo em casa, Sato se tornou um herói japonês de uma hora para outra e usando seu conhecimento da pista, estava andando muito bem em Suzuka.
Grid:
1) M.Schumacher(Ferrari) - 1:31.317
2) Barrichello(Ferrari) - 1:31.749
3) Coulthard(McLaren) - 1:32.088
4) Raikkonen(McLaren) - 1:32.197
5) R.Schumacher(Williams) - 1:32.444
6) Montoya(Williams) - 1:32.507
7) Sato(Jordan) - 1:33.090
8) Fisichella(Jordan) - 1:33.276
9) Villeneuve(BAR) - 1:33.349
10) Button(Renault) - 1:33.429
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Como toda última etapa do ano, muitas despedidas acontecem. Mika Salo havia anunciado sua aposentadoria poucos dias antes e seu substituto na Toyota era o então campeão da CART Cristiano da Matta. Para comemorar sua saída da F1, Salo apareceu no Japão com cabelos azuis. Toyota, por sinal, correria com apenas um carro em casa por causa do forte acidente de Allan McNish durante o warm-up, machucando o joelho do escocês e o impedindo de correr. Essa também seria a última corrida do piloto britânico. Outro britânico que se despederia da F1 era Eddie Irvine. Recém-saído da Jaguar, Irvine procurou emprego na Jordan e continuar sua carreira em 2003, mas a equipe de Eddie Jordan já estava passando por momentos financeiros graves e por isso pediu um alto patrocínio tanto para Irvine como para Felipe Massa, demitido da Sauber. Sem sucesso, Irvine saiu de cena e da F1. Outro piloto importante, mas pelas portas dos fundos, também abandonaria a F1. Foi o malaio Alex Yoong. Considerado por muitos como o pior piloto de F1 do século 21 até agora, Yoong encerrou sua curta carreira n
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Michael Schumacher disparou na largada, deixando Barrichello para trás com muita facilidade. Nas primeiras voltas Coulthard tentou pressionar Barrichello, mas o escocês da McLaren abandonou ainda no início da corrida com problemas no acelerador. Felipe Massa sofreu um acidente ainda na terceira volta em sua despedida da Sauber (pelo menos na sua primeira passagem) e seu futuro, naquele momento, era bastante sombrio. A corrida estava toda para a Ferrari, com Schumacher muito distante de Barrichello e o brasileiro léguas à frente de Raikkonen. E nem as paradas mudaram esse panorama.
No final da corrida Schumacher diminuiu o seu ritmo, permitindo a Barrichello encostar. Assim, a foto da última dobradinha da Ferrari no ano ficaria bonita, com os dois carros passando rente ao muro dos boxes, com os mecânicos da Ferrari quase encostando nas mãos de Schumacher e Barrichello. A corrida só não foi pior pela festa que a torcida japonesa fez para Sato. Takuma ficou várias voltas em oitavo, mas ganhou duas posições com as quebras de Jarno Trulli e Ralf Schumacher e se aproveitou de um péssimo pit-stop da Renault com Button. Assim, Sato pode comemorar seus primeiros pontos na F1 com o quinto lugar, levando a loucura os mais de 130.000 espectadores japoneses que foram a Suzuka.
A corrida japonesa não foi uma exceção. Todas as corridas de 2
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Chegada:
1) M.Schumacher
2) Barrichello
3) Raikkonen
4) Montoya
5) Sato
6) Button
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