Ué, mas eles não conseguiram ficar em quinto e sexto em Xangai? Exatamente por isso a Williams entrou nessa parte da coluna. Explico. Tudo questão de expectativa e o que a Williams disse em toda a pré-temporada de 2015 foi que seria a segunda força da F1 nessa temporada, tentando se aproximar da Mercedes e até mesmo tentar uma vitória, quando os prateados vacilassem. Apenas três corridas mais tarde, e a expectativa da Williams foi para o espaço! Superado de forma ampla e irrestrita pela Ferrari, tudo o que a Williams pôde fazer na China era ocupar a quinta e sexta posições na bandeirada em Xangai e foi exatamente isso que Felipe Massa e Valtteri Bottas fizeram nesse domingo. Nem mais, nem menos, sendo que o quinto colocado Massa admitiu que tirou e mais um pouco do seu carro. Apesar de largarem à frente de Raikkonen, os dois pilotos da Williams não seguraram Kimi nem por uma volta e os quatro carros dominantes da F1 atual desapareceram à frente dos dois carros da Williams, restando à Massa e Bottas torcer que um problema afligisse os ponteiros. O que não aconteceu. Mais mais de 50s da Mercedes antes da entrada do safety-car nas últimas voltas, além de 30s da Ferrari, a Williams já pode colocar a viola no saco e se conformar em ser a terceira força da F1 atual, aquém do que esperava o simpático time inglês.
segunda-feira, 13 de abril de 2015
domingo, 12 de abril de 2015
Várzea
Muita gente reclama dos chamados 'Tilkódromos', os luxuosos novos circuitos que a F1 anda visitando nos últimos quinze anos. Com pistas largas, amplas áreas de escape, boxes espaçosos e um asfalto beirando a perfeição, essa nova geração de pistas novas, sempre com a assinatura do arquiteto alemão, trouxeram vários críticos, que dizem que tirou boa parte da graça das corridas e não tem a magia das pistas antigas.
Porém, a Indy vem se especializando em correr em circuitos praticamente varzeanos, com pistas pequenas e estreitas, quase nenhuma área de escape, estrutura acanhada e asfalto que não deve nada às BRs aqui no Brasil. Em Nova Orleans, uma pista mequetrefe entregou uma corrida pífia nesse domingo, numa das raras vezes em que a corrida foi ao ar pela TV aberta aqui no Brasil.
Tudo começou com a chuva, que cancelou a classificação de ontem, que molhou a pista e fez com que a drenagem (ou a falta de drenagem...) provocasse inúmeras bandeiras amarelas. Os críticos dos Tilkódromos reclamam que o desenho das pistas são insossas, mas em NOLA, nome do novo circuito, além de todos os defeitos descritos acima, o lay-out é muito ruim, impossibilitando ultrapassagens, ainda mais em condições variáveis, pois a chuva que molhou a pista cessou e logo os pilotos foram colocar pneus slicks. Foi o caos!
Sem a drenagem necessária, alguns pontos estavam muito molhados e vários pilotos rodaram pela pista varzeana, acumulando várias bandeiras amarelas. Num total previsto de 75 voltas, 47 aconteceram com o safety-car liderando a prova, sendo que a corrida acabou finalizada no tempo limite de uma hora e quarenta e cinco minutos. No começo da corrida, com o grid alinhado com a classificação do campeonato, houve um domínio inicial da Penske, mas as estratégias devido a enorme quantidade de bandeira amarelas embaralhou tudo e no final, Montoya e Power, os mais rápidos do dia, não tiveram chance de brigar pela vitória.
Quem não tem nada com isso é James Hinchcliffe. O canadense fez sua última parada na volta 33 e seria praticamente impossível ele chegar até o fim em ritmo normal de corrida, mas com tantas bandeiras amarelas, Hinch viu seus adversários indo, um a um, para os boxes e ficou no lugar certo, na hora certa, para conseguir sua quarta vitória na carreira na Indy, a primeira desde 2013. Helio Castroneves, que se envolveu num incidente e andou nas últimas posições, também foi bafejado pela sorte e terminou em segundo, assumindo a mesma posição no campeonato. O líder ainda é Montoya.
Mesmo os Tilkódromos não fazendo muito sucesso aos fãs de automobilismo, um circuito como o de NOLA não cabe para a Indy, fazendo muito mal à própria categoria, que transparece correr em qualquer lugar onde se tenha uma arquibancada tubular, duas dúzias de pits e uma pistinha no meio do nada. Hoje não houve corrida e espero que a Indy aprenda a lição de hoje.
Ordem na casa
A derrota de Marc Márquez no Catar teve um efeito parecido com a derrota da Mercedes, na F1, na Malásia. Dúvidas foram levantadas sobre o que o espanhol ainda seria capaz de fazer em 2015 após dois anos brilhantes de Márquez, afora que o jovem piloto da Honda esteve apagado no Oriente Médio e Valentino Rossi fez uma corrida estupenda com a Yamaha. Contudo, o calendário da MotoGP mostrava que a próxima corrida seria em Austin, uma espécie de segunda corrida em casa de Márquez. A primeira vitória do espanhol foi no Texas e contando as duas outras pistas onde o Mundial de Motovelocidade corre (Laguna Seca e Indianápolis) desde que Márquez entrou ainda na Moto3, o espanhol simplesmente venceu todas.
A classificação já havia sido dramática por uma inesperada quebra de sua Honda no Q2, mas no domingo Márquez dominou a corrida após sair da pole, ultrapassando a perigosa Ducati de Andrea Doviziozo nas voltas iniciais para vencer com imensa tranquilidade e colocar ordem na casa da MotoGP. Numa pista em que se sente muito bem, Márquez pode usar seu talento e agressividade para não dar chances aos rivais e entrar, se bem que ele talvez nem tenha saído, da briga pelo título de 2015. Que pode ter novos e surpreendentes integrantes. Após a ótima corrida no Catar, a Ducati mostrou que o desempenho no deserto não foi mero acaso e Andrea Dovoziozo confirmou o segundo lugar na largada, segurando um Valentino Rossi sempre forte sem muitos arroubos no final da corrida. No ano passado, utilizando a regra da categoria aberta, Doviziozo normalmente largava muito bem, mas não demorava para ser engolido pelas motos Honda e Yamaha, mas em 2015 Dovi se mantém na briga e com a prodigiosa potência da Ducati, está, sim, na briga pelo título.
Rossi fez o que pôde com sua Yamaha. Brigou pela ponta quando Doviziozo ponteava a corrida em seu início, mas quando Márquez foi embora, restou ao italiano da Yamaha tentar o segundo lugar, mas foi superado pela potência da Ducati e teve que se conformar com o terceiro lugar, mas que somando à sua vitória no Catar, Rossi anda lidera o campeonato, apenas um ponto na frente de Doviziozo. Jorge Lorenzo foi acometido de uma bronquite e fez uma corrida para chegar, ultrapassando a segunda Ducati de Iannone nas voltas finais para ser quarto colocado, mesma posição no Catar, mas o espanhol começa a ficar para trás na briga pelo título e, mais importante, dentro da equipe Yamaha.
Foi uma corrida tranquila em Austin e suas generosas medidas, tanto de pista, como de áreas de escape. Porém, o enorme atraso devido às poças d'água foi inacreditável, ainda mais por que nas provas da Moto2, as poças já estavam lá e nada foi feito até as motos estarem no grid, prontas para a largada. Nicky Hayden comemorou em casa seu 200º Grande Prêmio, mas o americano pouco pôde comemorar dentro da pista. Márquez mostrou que ainda faz muita diferença na MotoGP, mesmo com Yamaha e, principalmente, Ducati muito fortes. Sem se preocupar com seu companheiro de equipe, já que Pedrosa se recupera de uma operação no ante braço, Márquez pode ter iniciado a caminhada rumo ao tricampeonato.
Passeio chinês
Em Xangai, não fez o calor de duas semanas atrás em Sepang e sem nenhuma mais intempérie, a Mercedes dominou o Grande Prêmio da China, com atual classificação de grandeza dos pilotos em Stuttgart, Hamilton bem à frente de Nico Rosberg. Porém, a Ferrari, bem aos poucos, se aproxima da Mercedes em determinadas situações. Na quinzena anterior, foi o calor. Hoje, foram os pneus macios, que fizeram Sebastian Vettel acompanhar bem de perto os dois carros da Mercedes, que se manteve alerta e emulou a estratégia da Ferrari para se livrar de algum pulo do gato. Quando os pneus médios foram colocados, Vettel não acompanhou mais o ritmo da Mercedes e ainda viu a aproximação de Raikkonen, que usou sua delicadeza habitual para mandar os retardatários para aquele lugar durante a corrida inteira.
A corrida foi decidida basicamente na largada. Hamilton apontou seu carro para dentro, indicando que faria uma partida agressiva. O objetivo da Mercedes era que Vettel, de maneira nenhuma, se colocasse entre seus carros. A Ferrari também necessitava de uma largada, principalmente com Raikkonen, atrás dos dois carros da Williams. E na largada, ocorreu tudo o que Mercedes e Ferrari queriam. Os dois carros prateados foram sem problemas para a primeira curva e Hamilton manteve a ponta. Mais atrás, Vettel não fez uma largada perfeita e fez de tudo para manter sua terceira posição dos ataques dos carros da Williams. Se Vettel fosse ultrapassado, a estratégia da Ferrari iria por água abaixo, mas enquanto distribuía fechadas para os carros com as cores da Martini, Raikkonen aproveitou o ensejo para subir de sexto para quarto. Estava estabelecida a ordem natural das coisas na F1, com Mercedes e Ferrari andando nas quatro primeiras posições, longe de tudo e de todos, para decidirem entre si quem seria o vencedor do Grande Prêmio da China. Ligada pelo pulo do gato da Ferrari na Malásia, a Mercedes se mostrou atenta aos movimentos ferraristas e logo na primeira rodada de paradas, esperou o que os italianos iriam fazer para definir a sua tática. E a Mercedes se deu bem. Quando viram que a Ferrari iriam colocar pneus macios para um segundo stint, a Mercedes fez a mesmíssima coisa, garantindo um ritmo igual para os quatro primeiros colocados, que andavam juntos nos primeiros dois terços de corrida. Porém, ninguém atacava ninguém. Hamilton administrou a corrida inteira e acelerou quando necessário. Com os pneus médios, o ritmo da Ferrari caiu muito frente à Mercedes e os dois carros prateados dispararam rumo à uma nova dobradinha, mas Rosberg reclamou que a administração de Hamilton na verdade era um macete do inglês para fazer Nico desgastar mais seus pneus. Nico já percebeu que 2015 Hamilton está bem mais forte do que no ano passado e se continuar do jeito que está, Lewis será tricampeão sem maiores arroubos. A tática do alemão, novamente, é colocar novos ingredientes na briga com seu 'companheiro' de equipe, mas o porém para Nico Rosberg é que a Ferrari é uma rival de verdade para a Mercedes e os alemães não poderão vacilar, pois a Ferrari estará prontinha para atacar.
Após toda a animação de Sepang, a Ferrari voltou à realidade com o clima ameno de Xangai, mas foi uma imagem inédita de 2014 para cá, ver uma equipes realmente andando na balada da Mercedes, no entanto, o andar da corrida provou que isso se deu mais pelos pneus macios que ambas utilizaram em boa parte da corrida. Porém, é animador que a Ferrari consiga andar próxima da Mercedes em cada vez mais situações de prova. Se em Sepang foi o calor, hoje foram os pneus macios. E essas situações tendem a se repetir até o final do ano, podendo nos trazer novas brigas pela vitória entre Mercedes e Ferrari. Vettel andou a prova inteira em terceiro, mas com os pneus médios, Raikkonen esboçou uma reação, mas o alemão administrou bem o seu lugar no pódio e o segundo lugar no campeonato, enquanto Raikkonen finalmente fez uma prova limpa para ficar em quarto. Se antes de começar a temporada a Williams sonhava em ser a segunda força, os ingleses tem mesmo que se conformar em ficar com o terceiro lugar na ordem das equipes, esperando um vacilo de Mercedes e Ferrari para garantir, quem sabe, um pódio. Os dois carros da Williams atacaram Vettel na primeira volta, mas acabaram sendo ultrapassados por Raikkonen e então os dois bólidos brancos ficaram estaticamente em quinto e sexto, com Felipe Massa dominando amplamente Valtteri Bottas, algo que poucos esperavam para o veterano brasileiro.
Finalmente, a Lotus usou o potencial do motor Mercedes para pontuar em 2015, mas como era esperado, o piloto que fez isso foi Romain Grosjean. O francês largou bem, conquistando rapidamente o sétimo lugar e por lá ficando a corrida inteira, marcando os seus primeiros pontos e também da Lotus. Contudo, Pastor Maldonado deu outra demonstração que somente os dólares bolivarianos o mantém na equipes. A velocidade do venezuelano não pode ser colocado em xeque, mas as atrapalhadas dele fizeram com que Maldonado aparecesse várias vezes na corrida se metendo em confusão. Até mesmo quando não teve culpa, no incidente com Button, Maldonado parece chamar confusão e Pastor acabou abandonando tristemente, jogando fora valiosos pontos da Lotus. A Sauber chamou a atenção ao colocar seus dois pilotos no Q3, mas ficou evidente que o time suíço pensou mais na classificação (e quem sabe, também nas manchetes de jornal, atrás de patrocínio) do que na corrida e o ritmo ficou aquém do mostrado no sábado, mesmo com seus dois carros pontuando ao final da corrida.
Contudo, os pontos da Sauber foram conquistados pelos erros de Maldonado e pelas quebras da Renault. Essa semana será de intenso chororo da Renault e associados. Hoje foram dois motores quebrados para Red Bull e Toro Rosso, deixando os chefões da Red Bull cada vez mais irados na Áustria. Porém, a Toro Rosso parece ter um carro melhor do que a Red Bull e se não fosse o motor quebrado no finalzinho da prova, causando a entrada do safety-car nas duas voltas finais, Max Verstappen teria coroado uma bela corrida, onde fez ultrapassagens cirúrgicas e surpreendentes. O adolescente holandês tem um estilo de ultrapassagem inteligente, onde coloca seu carro de lado na última hora, surpreendendo seus adversário e os deixando sem defesa. Verstappen prova que tem mesmo muito futuro na F1, enquanto Sainz teve uma corrida problemática, onde quase abandonou com problemas de câmbio e só superou os dois carros da Manor. Daniel Ricciardo teve uma péssima largada, tentou uma prova de recuperação, se envolveu em várias brigas e terminou a corrida ainda nos pontos, mas muito aquém da expectativa da Red Bull. Se antes os austríacos pensavam em ser a sombra da Mercedes, hoje a realidade é ser a sombra da Williams, na briga para a ser a terceira força da F1. A Force India continua sofrendo pelo atraso em seus carros e Hulkenberg abandonou cedo, enquanto Pérez levou seu carro ao nono lugar, mas sendo o único a parar três vezes, algo que o mexicano se caracterizou exatamente pelo contrário, onde Pérez era mestre em poupar pneus. A McLaren vem evoluindo e já se mete na briga com Force India, Sauber e Toro Rosso. O motor Honda é notoriamente menos potente, por enquanto, por isso, Alonso e Button tem que forçar mais e mais, provavelmente provocando o erro banal de Button na sua emocionante briga com Maldonado no final da prova. Um fato que chamou atenção foi que o inglês andou a corrida inteira na frente de Alonso e se não fosse o toque de Button em Maldonado, teria chegado atrás do companheiro de equipe. Será que a pancada na pré-temporada em Barcelona afetou de alguma forma a pilotagem de Alonso? Resposta nas próximas corridas, onde a única garantia é que a Manor levará pelos menos duas voltas dos líderes. Como hoje.
Se nem tudo foram flores para a Mercedes, vide a reclamação de Rosberg para com Hamilton, pelo menos a Mercedes terá uma semana mais tranquila até chegar no Barein, daqui a uma semana. A dobradinha diminuirá o medo de uma espetacular recuperação da Ferrari, mas os alemães terão que ficar sempre ligados, pois os italianos estão próximos. Não a ponto de brigar pela vitória em toda a corrida, mas se a Mercedes, ou seus pilotos, vacilar, a Ferrari estará prontinha para um bote.
sábado, 11 de abril de 2015
Melhor no frio
A convincente vitória de Vettel na Malásia se deu muito pelo fortíssimo calor malaio, mas no frio chinês, a Mercedes voltou a dar as cartas e conseguiu uma primeira fila arrasadora, com Hamilton conseguindo a quarta pole consecutiva, a terceira em 2015, garantindo também um início de temporada como o piloto mais rápido da F1, mesmo Nico Rosberg tendo marcado um tempo muito próximo do companheiro de equipe, uma diferença que nos fez lembrar a briga de 2014 entre os dois pilotos da Mercedes, enquanto Vettel ficou com o cargo de melhor do 'resto' na F1, algo que o alemão deverá consolidar nesse ano.
O Q1 tem um interesse cada vez maior em 2015 para vermos qual será o comportamento da McLaren-Honda. E mesmo com seus dois pilotos campeões do mundo ficando pelo caminho, viu-se evolução na equipe de Ron Dennis, com Button e Alonso ficando muito próximos de garantir um lugarzinho no Q2. Levando-se em conta o tempo tomado pelos nipo-ingleses em Melbourne, só o fato de estar na briga para entrar no Q2, com a maior reta da F1 atual, a McLaren evolui à olhos vistos. Contudo, mais uma vez Alonso foi derrotado por Button, hoje por 0.004s. É a primeira vez que me lembro de Alonso tomar 2x0 de um companheiro de equipe no começo do ano em sua já longa carreira na F1. O Q2 derrubou os dois carros da Toro Rosso, que vinham muito bem até a Malásia, o segundo carro da decadente Force India, sendo que Hulkenberg fez companhia às duas McLarens e às duas Manor, enquanto Kvyat começa a ficar para trás na Red Bull. Não devemos esquecer o tamanho da pressão que o time dos energéticos gosta de colocar em todos os seus membros, desde pilotos até seus fornecedores. O russo que se cuide!
Até então, a Mercedes vinha dominando amplamente a classificação, com Hamilton chegando a colocar 2s em qualquer piloto. E isso se repetiu no Q3, com o inglês fazendo sua primeira tentativa a melhor volta do dia, com pneus zero, colocando 2.1s no carro mais próximo não-Mercedes, mesmo que Williams e Ferrari ainda estivessem com pneus usados. Quando as duas equipes colocaram pneus novos, a diferença caiu para 1s, mas Hamilton garantiu mais uma pole, apesar de um pequeno susto de Rosberg, que em sua última volta rápida foi menos de meio décimo mais lento. Vettel superou um combativo Felipe Massa para aparecer na foto dos três primeiros colocados. Na briga dos finlandeses, vantagem para Bottas, enquanto Ricciardo abre a quarta fila, junto com um ressurgente Lotus-Mercedes de Grosjean. Os dois carros da Sauber foram ao Q3 e Nasr fez sua obrigação ao derrotar o fraco Marcus Ericsson, mas o brasileiro faz um bom trabalho até aqui e se não se envolver em nenhum problema no domingo, a chance de mais pontos amanhã é grande.
Porém, esse domínio da Mercedes no sábado era esperado. Em uma volta, vide treinos livres, a Mercedes ainda é imbatível, mas a Ferrari consegue igualar-se aos alemães em ritmo de corrida, com os italianos sendo bem mais gentis com a borracha da Pirelli em long runs. Contudo, amanhã não fará o calor absurdo em Sepang e as estratégias não serão muito diferentes entre as equipes, garantindo um favoritismo à Mercedes, mas com Rosberg tão perto de Hamilton, podemos ver novamente uma boa briga pela vitória dentro do seio alemão.
sexta-feira, 10 de abril de 2015
Doido varrido
Durante os treinos livres em Xangai, um doido varrido cruzou a pista e correu em direção aos boxes, gritando por uma Ferrari para dar uns testes... Cada doido que aparece!
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Emoção finlandesa
No sábado, Mika Hakkinen derrotou Michael Schumacher em sua última tentativa na classificação em Ímola numa das classificações mais emocionantes de todos os tempos, numa exibição de tirar o fôlego do normalmente frio nórdico. Segue abaixo, com narração finlandesa, mas não menos emocionante. Deu saudades dos motores V10...
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